quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

A ORIGEM DAS BOLAS DE NATAL



As bolas colocadas nos pinheiros de Natal representam os frutos da vida humana e seus desejos, tais como amor, esperança, perdão e alegria.
Foto: iStock

"As bolas colocadas nos pinheiros de Natal representam os frutos da vida humana e seus desejos, tais como amor, esperança, perdão e alegria."


As bolas de Natal começaram a ser produzidas no século XIX por um vidraceiro alemão. Antes, usava-se maçãs e nozes para enfeitar as árvores.
As bolas que enfeitam as árvores de Natal foram criadas em 1847 por um soprador de vidro de Lauscha, na Alemanha. Esse enfeite passou, então, a ser produzido de diferentes formas e tamanhos|2|.
As coloridas bolas de Natal, colocadas nas pontas dos galhos dos pinheiros ou árvores artificiais, representam os frutos da vida humana e seus desejos, tais como amor, esperança, perdão e alegria. De formas e tamanhos diferentes, os enfeites também representam os gestos concretos de amor entre irmãos da Terra.
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Com o tempo, outros enfeites foram acrescentados na decoração da árvore de Natal. Um deles é a estrela, que simboliza a estrela de Belém, uma referência, entre os cristãos, ao nascimento de Jesus.
|2| A história das bolas da árvore de Natal. Para acessar, clique aqui.

A ORIGEM DA ÁRVORE DE NATAL


      

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Uma das árvores mais antiga do mundo


A árvore de Natal é um dos símbolos mais populares das celebrações natalinas.

Normalmente, a árvore de Natal pode ser um pinheiro ou mesmo artificial (feita de plástico e com várias cores diferentes). Seguindo a tradição, as famílias enfeitam a árvore com objetos que simbolizam o Natal, como bolas de várias cores, pinhos, neve artificial e luzes coloridas.


Origem pagã
Apesar da polêmica sobre a origem da árvore de Natal, sabe-se que esse símbolo foi herdado de religiões pagãs da antiguidade. Os romanos, por exemplo, durante a Saturnália, festival em homenagem ao deus Saturno, usavam árvores para enfeitar os templos. Já os egípcios usavam palmeiras durante os rituais de adoração a Rá, o deus Sol.
Para muitas culturas antigas, as árvores que ficavam verdes durante todo o ano, chamadas de perenifólias, eram símbolos de prosperidade. Nos povos que habitavam locais de inverno rígido, essas árvores eram marcantes, pois permaneciam verdes mesmo durante o inverno.
Assim, a ideia de colocar árvores com folhas permanentemente verdes dentro de casa passou a ser associada à ideia de garantia de fertilidade. Com o passar do tempo e à medida que a Europa era cristianizada, a árvore como símbolo pagão foi aos poucos integrada aos costumes cristãos.
Um relato em particular pode ser a chave para entender essa transição da árvore como símbolo pagão até tornar-se um símbolo cristão. Essa história envolve São Bonifácio, bispo saxão que promoveu a cristianização de alguns povos da Germânia durante o século VIII d.C.
Alguns povos germânicos acreditavam nos deuses que formam a mitologia nórdica. Um dos deuses mais importantes, principalmente entre os camponeses, era Thor, que, além de ser o deus do trovão, simbolizava o carvalho. Segundo a história, São Bonifácio encontrou alguns germânicos realizando sacrifícios em um carvalho. Para convertê-los, São Bonifácio derrubou a árvore e mostrou às pessoas que nada havia acontecido com ele. Assim, aproveitou a oportunidade para convertê-las ao cristianismo.

Embora essa história explique o possível momento em que as árvores passaram a ser utilizadas como um símbolo cristão, muitos historiadores reforçam que a árvore de Natal foi um símbolo oriundo das tradições nórdicas e germânicas. O historiador Johnni Langer, por exemplo, afirma que a árvore de Natal moderna é originária do Jól (Yule), festival que ocorria no solstício de inverno na Escandinávia|1|.


Durante esse ritual, o Julgran, o pinheiro do jul, era usado como forma de decoração. Esse símbolo fazia menção direta a um elemento da visão de mundo dos nórdicos: a Yggdrasil, a gigantesca árvore cósmica que sustentava o Universo e os nove mundos. Essa árvore simbolizava a vida e a fertilidade para os nórdicos.




Outro pensamento sobre sua origem 

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Época de Martinho Lutero

A tradição de usar árvores para decorar as casas remonta à antiguidade. Egípcios, celtas, romanos e até mesmo os vikings costumavam trazer essas plantas para dentro de casa.
As árvores eram usadas como decoração no solstício de inverno e simbolizavam que, ao final dessa estação, o sol iria reaparecer e as plantas voltariam a crescer.
Mas apesar de já serem usadas há séculos, foi por volta dos anos 1500 que as árvores de natal tornaram-se um costume cristão. Historiadores atribuem essa tradição à Martinho Lutero.
Os germânicos, nessa época, tinham o hábito de decorar as casas com pirâmides de madeira e folhas de árvores. De acordo com a lenda, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou encantado com a visão de um pinheiro coberto de neve e sob o brilho das estrelas no céu.
Quando chegou em casa, tentou reproduzir para seus familiares a linda imagem que havia visto, usando galhos de um pinheiro, algodões (para simbolizar a neve) e algumas velas imitando as estrelas.
A tradição da árvore de Natal não se espalhou rapidamente pela Europa. Foi somente em 1846, após a publicação de uma ilustração da rainha Victória e do príncipe Albert com seus filhos envolta de uma árvore de natal cheia de presentes, que pessoas de outros países passaram a utilizá-la.


|1| LANGER, Johnni. Jól. In.: LANGER, Johnni (org.). Dicionário de Mitologia Nódica: símbolos, mitos e ritos. São Paulo: Hedra, 2015, p. 270.

ORIGEM DO PRESÉPIO





              


Em 1223, São Francisco de Assis criou em Greccio, na Itália, o primeiro presépio da história. Foi um presépio vivo, com moradores da pequena localidade representando o Menino Jesus na manjedoura, Nossa Senhora, São José, os Reis Magos, os pastores e os anjos. Os animais também eram reais: o boi, o burrico, as ovelhas.

Não demorou para que a piedosa iniciativa se espalhasse, transformando-se em costume natalino e dando origem aos presépios esculpidos, que se popularizaram nas igrejas por volta do século XVI por obra dos padres jesuítas.

25 curiosidades sobre a história do Natal

O primeiro presépio aparece numa lenda: na noite de 24 de dezembro de 1223, São Francisco de Assis organiza um presépio vivo numa gruta da cidade italiana de Greccio, e a figura do menino acaba se transformando no verdadeiro Jesus. Esse milagre foi plasmado por Giotto no final do século XIII num dos afrescos mais famosos da história da arte, que pode ser visto na Basílica de São Francisco de Assis.
Para o relato da história dos presépios, recorremos à erudição de Antonio Basanta, vice-presidente e patrono da Fundação Sánchez Ruipérez, mas, sobretudo, dono, com sua esposa, Teresa Martín, de uma das maiores coleções do mundo, sendo que parte dela pode ser vista atualmente na casa do Leitor do Matadero Madrid. A coleção Basanta-Martín é formada por 25.000 peças e 4.000 conjuntos de presépios, todos realizados por artesãos em atividade. “É um fenômeno universal, indissociável da cultura espanhola”, diz Basanta, que acaba de publicar o ensaio Leer Contra La Nada (ler contra o nada). “Para organizar seu presépio, São Francisco tem que pedir uma autorização papal, porque Roma havia proibido essas cenas no século XIII, já que elementos pagãos eram introduzidos através dos pastores. Isso quer dizer que é um fenômeno que já existia antes.”

O presépio mais antigo da Espanha está na Igreja de La Sang de Palma de Mallorca, datado de 1480, obra dos irmãos Alamanno. De Múrcia até Nápoles, passando por Barcelona e pela Plaza Mayor de Madri, os presépios ocupam um espaço enorme em nosso imaginário coletivo. Nas ruas da cidade histórica de Nápoles, podemos comprar figuras de Berlusconi e Maradona, santificadas, em certa medida, através de sua conversão em barro, e nos mercados da Catalunha os famosos caganer – que, como explica Basanta, provêm da Idade Média e simbolizam a fertilização da terra – se encarnam nos personagens da temporada. Este ano, inevitavelmente, foram vendidos todos os modelos de Puigdemont e Josep Lluís Trapero. De novo, o celestial e o terrenal se fundem em festas que resumem uma parte importante do longo e inesgotável caminho da relação humana com o divino. E deixamos de fora Scrooge (personagem de Um Conto de Natal, de Charles Dickens) e os fantasmas dos Natais presentes, passados e futuros, e as luzes, e o filme A Felicidade Não Se Compra, Simplesmente Amor...






Resgatar a atmosfera do Natal de sempre POR LEONARDO BOFF 25/12/2019




O Natal virou uma grande festa profana. A figura do menino Jesus foi substituída pelo Papai Noel que por sua vez substituíu o santo bispo Nicolau (século III) que os alemães e holandeses chamam de Santa Klaus.Ele vinha de uma família rica,se vestia de bispo,colocava um saco às costas e distribuía presentes às crianças,especialmente às mais pobres.
Mesmo com estas mudanças, algo de perene se conservou: o amor às crianças, o encontro de todos ao redor da mesa,a alegria de conviver (embora nunca devemos esquecer aqueles que não podem ter nada disso e são milhões). 
Repasso um video que nos traz à mente o Natal da infância de muitos de nós, com seu idílio e sacralidade. Lboff

Natal-esp    cliquem na indicação que aparece em cima

ATIVIDADES PARA SALA DE AULA:


  • Trabalhar com vídeos;
  • Músicas da época;
  • Montar caça palavras;
  • Confecções de:
  • Cartazes, murais, frases, redações, etc.
Observação:

     Propor atividades de acordo com o nível das turmas.







quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

PEQUENO COMENTÁRIO SOBRE O CONGRESSO DOS POVOS XUKURUS



Aulas de Campo
Dias 17; 18; 19 e 20 de maio: Congresso dos Povos XUKURU




Nesse momento não foi apenas quatro horas aulas, mas, sim 32 horas aulas que aconteceram na cidade de Pesqueira em Pernambuco, onde formos direto para Aldeia  Xukuru um lugar muito bonito e prazeroso num alto de uma serra com várias  ladeiras imensas, numa  estrada de barro ou de massapé lisa. Foi um encontro muito bem organizado e estruturado para mais ou menos duas mil pessoas (2.000).
Chegando lá nos deparamos com uma multidão de pessoas de várias regiões do Brasil, entre estes, além dos indígenas havia ainda, pesquisadores, jornalistas e repórteres estudantes, professores e lideranças partidária / sindicalista, religiosas e mais a população de Pesqueira prestigiando o evento do povo forte Xukuru.
No primeiro dia 17/ 05 houve uma reflexiva abertura e boas vindas aos participantes e a fala de algumas lideranças, prometendo ser um ato público indígena, mas muito organizado com toda infra-estrutura para receber os convidados. Aconteceram num mesmo espaço, um lindo barracão de palha, uma espécie de auditório indígena que abrigou a todos que estavam presentes. Foram momentos ímpares de aprendizagem, pois tivemos aula com essas pessoas que pertencem à rica cultura indígena. Basta falar que fica difícil de qualificar suas lutas e perseveranças em seus objetivos. Percebi que estes são exemplos de vida para nós professores de Ensino Religioso. Pois enquanto os professores se acomodam... Esse povo corre e vai atrás daquilo que lhes tiraram um dia, que são suas terras e se povo.

REFLEXÃO






quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Coletânea da Turma do Folclore (Lendas): +38 Minutos - Video Infantil Of...




     O Dia do Folclore é celebrado no Brasil em 22 de agosto, e sua criação aconteceu na década de 1960, para celebrar as personagens do nosso folclore e incentivar estudos na área.

O que é Folclore ? 
Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas.
O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem à festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.

As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo.


Atividades


  • Em rodinha apresentar um baú para as crianças.
  • Incentivá-las então, a pensarem no conteúdo deste. Após ouvir as ideias do grupo abrir o baú e um a um ir retirando os objetos que estão dentro dele ( tapete de retalhos, trabalho em crochê, guarda-chuva de frevo, livros de literatura infantil sobre personagens folclóricos , anel, pé de lata, peteca, telefone de barbante, roupa de quadrilha, chapéu, etc.).
  • As crianças deverão ser estimuladas para dizer quais são os objetos, o que se faz com os mesmos, se já conheciam estes objetos.
  • Depois de explorarem o conteúdo do baú o/a professor/a revela para as crianças que tudo o que estava dentro do baú faz parte do folclore. Esta palavra costuma gerar muita estranheza pelas crianças, então, é um ótimo momento para explorar o seu significado, relacionando à cultura popular.
  • Para finalizar este momento o professor pode propor uma brincadeira com um dos elementos do baú, como “Passar anel”.Saiba como brincar de passar anel acessando o link disponível na área dos recursos complementares.



sexta-feira, 16 de agosto de 2019

TRABALHANDO COM MÚSICAS QUE FALEM SOBRE O SENTIDO DA VIDA.


                                             (Josué Cândido da Silva)



Objetivos:

1) Discutir o sentido da vida e introduzir alguns conceitos heideggerianos como angústia, morte, ser próprio e ser impróprio;

2) Trabalhar as habilidades cognitivas de interpretação e formação de conceitos.

Atividades 1)

O sentido da vida é um tema que cativa à atenção dos adolescentes por eles próprios estarem na busca de referências que os ajudem em seu processo identitário. Para facilitar a introdução do tema, sugerimos o trabalho com imagens ou músicas.
Por exemplo, pode-se distribuir a letra de músicas aos alunos para que encontrem nelas o sentido que o autor atribui à existência...

A música Tocando em Frente, (Almir Sater e Renato Teixeira), pode servir de tema para discutir o sentido da vida e esta análise pode ser confrontada com o sentido (ou falta de sentido) contido na música Cotidiano (Chico Buarque).

Outra alternativa é escolher a definição de vida com a qual os alunos mais se identificam na música O que é, o que é? , de Gonzaguinha.

Todas as letras podem ser obtidas no site Vagalume).
Em seguida, os alunos devem confrontar suas impressões pessoais com a dos colegas.

O professor pode registrar as diferentes definições no quadro. Caso a discussão seja muito produtiva, o professor pode prolongá-la através de um plano de discussão com questões dirigida...

Boa aula

Referências

-Veja mais em 



- Veja mais em 


A EXPERIÊNCIA RELIGIOSA E O COMPORTAMENTO HUMANO - ENSINO RELIGIOSO (8º E 9º ANO)





(Carlos Roberto Brandão, Eusa Reynaldo da Silva)


As tradições religiosas têm poder de influências na vida de seus seguidores, tanto em nível pessoal como na vivência coletiva. As crenças religiosas direcionam os comportamentos humanos como: o modo de falar, de se alimentar, de praticar o lazer, de se vestir e outras dimensões da vida. A experiência religiosa é sempre pessoal, ocorre no íntimo de cada pessoa mesmo nos momentos coletivos de celebrações, cultos, missas, festas culturais religiosas e outros. Assim, toda experiência religiosa é ao mesmo tempo individual e coletiva e por mais que seja ligada a um grupo social, pode ser observada por meio dos comportamentos individuais.

Compreende-se então que a experiência religiosa manifesta-se por comportamentos exteriores que revelam atitudes interiores, o que constituem o conjunto daquilo que se pode chamar de fenômeno religioso. Por Fenômeno Religioso entende-se o processo de busca que o ser humano realiza na procura de Transcendência que se traduz por atitudes e costumes, nos quais pode-se observar tanto a manifestação religiosa quanto a sua significação.

As tradições religiosas influenciam o modo da sociedade se organizar, como exemplo as festas religiosas de diferentes povos:

Na tradição islâmica o Ramadan (Jejum), no nono mês do calendário islâmico, é um tempo de jejum que dura um mês lunar, começa de manhã antes de nascer do sol e vai até o cair da noite. Neste período não se pode comer, beber, fumar e nem aspirar algum perfume: todos os sentimentos dever ser profundamente modificados;

No judaísmo o Rosh Há-Shaná, marca o começo do ano religioso judaico, que dá início a um período de dez dias de penitência após o Ano Novo, termina com o “Yon Kipur”, o dia do perdão. Nesse dia, as celebrações da sinagoga duram o dia inteiro, contém a confissão dos pecados, as súplicas para obter a misericórdia de Deus e os rituais que o Sumo Sacerdote celebrava no Templo.

A Páscoa dos cristãos, celebrações conhecidas popularmente na tradição católica como “Semana Santa”, precedida por um período de 40 dias denominado “quaresma”, um tempo de jejum e penitências em preparação às celebrações da páscoa que é a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, fundamento da fé cristã. Outras influências são as celebrações religiosas por motivos dos dias santos na tradição cristã católica. 

No Hinduísmo as festas são inúmeras (mais de quatrocentas ao ano), dentre elas temos a que celebra a primeira colheita de arroz e celebra também os animais domésticos, no sul da Índia, em janeiro.
Outra festa celebrada é em honra a Krishna, que anuncia a chegada da primavera. Durante esta festa, os fiéis se aspergem com poeira e água vermelha, simbolizando o sangue novo que deve correr nas veias.

Na cultura afra brasileira a festa da Iemanjá, orixá feminino do mar celebrada no dia 2 de fevereiro em diversas cidades do Brasil, dentre elas, a da paria do Rio Vermelho, em Salvador – BA. O rito sagrado, antes reservado só a comunidade, tornou-se público em 1923 e, hoje reúne cerca de 200 mil pessoas.

Nas culturas indígenas vários rituais acontecem em ritmo de festas: no povo Karajá tem-se a passagem da criança para fase adolescente (jyre) e o rito aruanã para receber o espírito do bem, a fim de que a aldeia viva na paz e harmonia. Outro ritual integrante da cultura dos povos indígenas é a celebração da abundância da caça e pesca, garantia de alimento, equilíbrio e a continuidade da convivência entre o povo indígena e a natureza.

A sociedade por sua vez, também influencia o modo das religiões se organizarem. Há uma influência mútua nessa relação. Observa-se como exemplo: a utilização das novas tecnologias de comunicação e informação que foram introduzidas nas celebrações e divulgações das doutrinas religiosas. A influência social nos segmentos religiosos em vários aspectos como: vestuário; alimentação; a valorização da mulher; a abertura para constituição familiar entre diferentes culturas religiosas (união matrimonial); aceitação de políticas públicas em relação aos cuidados com a vida

As influências da tradição religiosa no comportamento humano e na estruturação da sociedade ocorrem desde o início da humanidade em um processo cultural de mútuas relações determinando os modos de vida pessoal e coletiva. Conhecer esta inter-relação segmento religioso comportamento humano e estruturação da sociedade contribuem para o respeito, a aceitação das diferenças e a construção do cidadão crítico.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

PARA QUE FOI CRIADO O DIA MUNDIAL DA TERRA?





                           https://www.blogger.com/blogger.g?blogID

O Dia Mundial da Terra foi criado para marcar o primeiro protesto contra a poluição, que aconteceu em 1970, nos Estados Unidos.A data é uma ótima oportunidade para refletir junto com os filhos sobre a educação ambiental, bem como outras ações que podemos colocar em prática para preservar o nosso planeta. Como o objetivo do Dia da Terra é incentivar valores ecologicamente corretos, listamos 5 ideias para celebrar o evento com atividades que, além de divertir, ensinam sobre ecologia e o meio ambiente. Confira!
    1-   Celebre o Dia da Terra plantando uma árvore


http://nossaradio104.fm.br/site/
mesagem-do-dia-o-plantador-de-arvores/

A árvore é um elemento simbólico do Dia da Terra. As plantas têm um papel fundamental para o meio ambiente, pois são capazes de reter dióxido de carbono, diminuir a poluição do ar, além de nos oferecer alimentos e sombra. Que tal escolher um cantinho do jardim da casa, condomínio ou praça para plantar uma mudinha? Já pensou que legal ter um pé de fruta que você mesmo plantou? Aproveite também para falar sobre ecologia com o seu filho. Use a árvore como exemplo para refletir sobre o Dia da Terra, tocando em assuntos como conservação das florestas e a importância de semear e repor aquilo que retiramos da natureza. Plantar uma árvore no Dia da Terra pode ser uma experiência e tanto para o seu filho, uma lembrança que certamente vai ficar na memória e alegrar o seu jardim.
Organizar atividades do Dia da Terra é uma maneira de revelar um mundo novo de descobertas. Uma boa ideia é passar um fim de tarde na praça ou no parque para os pequenos observarem os pássaros, os insetos, as plantas e as flores em seu habitat natural. A natureza oferece os melhores exemplos em tempo real. Por isso, durante o passeio procure explicar sobre a interdependência da flora e da fauna, e como os animais dependem do equilíbrio do meio ambiente para se reproduzir e sobreviver. Por exemplo, no Dia Internacional da Terra, fale sobre a relação da abelha com as flores na feitura do mel, ou do papel das árvores na manutenção da biodiversidade do planeta. A ocasião é perfeita para complementar o aprendizado das crianças.

    3- Dia da Terra: uma ação para conscientizar


Uma outra boa atividade para o Dia Mundial da Terra é organizar uma ação em prol do meio ambiente. Que tal reunir seus pequenos – e por que não os amiguinhos e os vizinhos também - para recolher o lixo de uma praça ou parque? Além de conscientizar, essa atividade para o Dia da Terra permite despertar uma relação de respeito e harmonia com a natureza. Ao recolher o lixo de um espaço público, a criança também aprende que é preciso cuidar do meio ambiente como a nossa própria casa, e ao preservá-lo limpo, oferecemos as condições necessárias para o bem-estar de todos dos seres que nele habitam.

    4- Uma horta para lembrar o Dia da Terra todos os dias


Já que um dos lemas do Dia Internacional da Terra é estimular atitudes ecologicamente corretas, que tal fazer uma hortinha? Acompanhar o crescimento das hortaliças e verduras ajudará a criança a observar a relação dos seres humanos com a natureza, bem como a presença vital dela em nossa alimentação. Se não tiver espaço, faça uma pequena horta de apartamento com temperinhos, como hortelã e manjericão. Até mesmo plantar um grão de feijão no algodão pode ser uma oportunidade para aprender sobre ecologia e o papel fundamental das plantas em nossas vidas.

   5- O Dia da Terra também é dia de brincar: brinquedos com recicláveis



Brincar  é o melhor jeito de aprender. No Dia Mundial da Terra reúna os pequenos para criar brinquedos com materiais recicláveis. Embalagens de papelão, plástico, garrafas pet e tampinhas de refrigerante podem se transformar em brinquedos divertidos. Além de lúdica, essa atividade para fazer no Dia da Terra é perfeita para ensinar conceitos de reciclagem e reutilização de materiais. Se interessou? Já ensinamos aqui no blog como fazer brinquedos criativos com reciclados.

https://www.omo.com/br/sustentabilidade/sustentabilidade-para-criancas/feliz-dia-da-terra-5-ideias-para-comemorar-o-dia-mundial-da-terra.html 

OUTRAS ATIVIDADES

1- Produção  de textos sobre:



  • A natureza;
  • O meio ambiente;

2- Construção de murais sobre a diversidade da natureza.


3-Composição de paródias.




COMO SURGIU O DIA INTERNACIONAL DA TERRA:








O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson.
Em 22 de abrl de 1970, o político convocou o que foi considerado o primeiro protesto contra a poluição. De acordo com dados divulgados na época, mais de 20 milhões de pessoas participaram do ato em todos os EUA. Foi adotado internacionalmente em 1990, e então é festejado a cada 22 de abril. 
O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

O objetivo principal é conscientizar aos habitantes do planeta Terra a importância e a necessidade da conservação dos recursos naturais do mundo. Hoje, o Dia da Terra é celebrado em mais de 190 países, com a participação de cerca de 1 bilhão de pessoas.

No Brasil

Não há, no país, organismos que reúnam formalmente as atividades para o Dia da Terra. Entre as ações isoladas para a data destaca-se o lançamento da Carta da Terra, da ONG Carta da Terra Brasil. A entidade elaborou uma carta em que defende o respeito à comunidade da vida; a integridade ecológica; justiça social e econômica; democracia e paz. A íntegra da carta pode ser acessada aqui e pode ser distribuída em ferramentas de redes sociais.

A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a expectativa de vida é em média de 65 anos.

Para mantermos o equilíbrio do planeta é preciso consciência dessa importância, a começar pelas crianças. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los. O pensamento deve ser global, mas a ação local, como é tratada na Agenda 21.


A Carta da Terra Brasil também lança a campanha “Começa com você” que incentiva atitudes de defesa.

Somos todos responsáveis - Faça Sua Parte! 22/04/2009.





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