segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

FRASES DE OTIMISMO - PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO










1-Somos todos iguais.

2-Expulsemos do Círculo a desmotivação, a competição, o autoritarismo, as forças negativas.

3-Não perderemos de vista nossa força e nossa união.

4-A união faz a força.

5-Unidos somos mais fortes.

6-Não leia!  (elogiar a quem está a sua direita.)

7-Não leia!  (elogiar a quem está a sua esquerda.).

8-Não leia!  (abrace a quem está a sua direita.)

9-Não leia!  (abrace a quem está a sua esquerda).

10 - Não leia! (Dê um beijo ao amigo/a da direita)

11-Não leia! (Dê um beijo ao amigo/a da esquerda).

12-Se você acredita que é capaz, ignore a opinião dos outros e siga em frente é bom saber o que os outros pensam.

13- O segredo da felicidade é focar em suas metas e sonhos, não em coisas ou pessoas.

14- A vida não oferece promessas nem garantias… Apenas possibilidades e oportunidades.

15- Fazer um planejamento de vida é traçar objetivos e metas a serem alcançados, considerando a situação atual e analisando as possibilidades futuras.

16- Um planejamento nos mostra o melhor caminho para chegar ao destino desejado. 

17- Ter um planejamento é como ter um mapa. Com um planejamento em mãos, é sempre possível encontrar outros caminhos para se chegar onde se pretende.

18- Planejar é saber por onde se pode pisar, sem correr tantos riscos de afundar.

19- Você se preparou! Planejou tudo ao pormenor e agora é percorrer esse caminho: o trilho do sucesso!

20- O planejamento é uma peça fundamental que começa com a formulação dos objetivos organizacionais, e estes está ligada a visão desta organização, aos seus propósitos futuros.

21- Da mesma forma como a vida muda, o planos também pode mudar. Ter um planejamento de vida não é viver numa prisão.

22- Um planejamento cuidadoso é capaz de vencer quase todas as dificuldades.

23-Planejar: preocupar-se por encontrar o melhor método para conseguir um resultado acidental.

24-Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar.

25- Para grandes resultados é necessário um bom planejamento, mas também uma dose arrojada de fé.

26- O planejamento dá sentido às ações do dia-a-dia do professor, reduzindo assim o improviso, sua prática tem uma intencionalidade definida a partir dos objetivos que pretende alcançar.

27- O professor tem a oportunidade de ser autor consciente de seu trabalho, saber por que está fazendo desta e não de outra forma.

28- Planejamento, Organização e Motivação são fatores essenciais para a prosperidade.

29-Um dos grandes segredos da vida é a determinação, se você age com dedicação total e planejamento aos seus projetos, o sucesso é uma consequência.

30- Todas as diretrizes são resultado de um planejamento e todo planejamento é resultado de sonhos.

31-Sem informações confiáveis as possibilidades de consecução de qualquer planejamento são mero exercício de futurologia.

32- Um planejamento cuidadoso é capaz de vencer quase todas as dificuldades...

33-Dominar, pelo pensamento, toda a realidade é o ideal do planejamento.

34-Não limite seus sonhos! Alcançá-los só depende do seu planejamento.

35- Acredite, tudo na vida requer organização, planejamento e trabalho, não esqueça do último.

37-Planeje seu trabalho para hoje e todos os dias, em seguida, trabalhe o seu plano.

38- O amor verdadeiro trás a segurança, a felicidade, a paz, o planejamento e esperança.

39- Nós temos um planejamento estratégico. Ele se chama: fazer as coisas.

40- planejamento e busca pela perfeição..a calma é sua aliada em todos os momentos,esteja sempre querendo ser melhor do que você mesmo.

41- O Abstrato se transforma no Concreto na execução do planejamento.

42- Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.

43- Onde quer que haja mulheres e homens, há sempre o que fazer, há sempre o que ensinar, há sempre o que aprender.

44- Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino.

45- Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso aprendemos sempre.

46- Quem ensina aprende ao ensinar. E quem aprende ensina ao aprender.

47- "Ensinar não é transferir conhecimento e sim criar  possibilidades de apreensão."

48- Não me ensine nada que eu possa descobrir. Provoque minha curiosidade.

49-Não me dê apenas respostas. Derrame minhas idéias e me dê somente pistas de como ordená-las. 


50- Construa comigo o conhecimento. Sejamos juntos inventores, descobridores, navegantes e piratas de nossa aprendizagem. 


PRECE INDÍGENA



PRECE INDÍGENA

Grande Espírito, acalma meu passo.
Desacelera as batidas do meu coração, acalmando minha mente.
Diminui meu ritmo apressado com a visão da eternidade do tempo.
Em meio às confusões do dia-a-dia, dá-me a tranquilidade das montanhas.
Retira a tensão dos meus músculos e nervos com a música suave dos rios de águas constantes que vivem em minhas lembranças.
Ajuda-me a conhecer o poder mágico e reparador do sono.
Ajuda-me a me preparar bem para o repouso de todas as noites, lembrando-me sempre que enquanto dorme meu corpo, eu, espírito, adentrarei o verdadeiro mundo e irei aos lugares que a minha mente elegeu como meu tesouro.
Ensina-me a arte de tirar pequenas férias: reduzir o meu ritmo para contemplar uma flor, papear com um amigo, afagar uma criança, ler um poema, ouvir uma música preferida.
Ensina-me a ter olhos de ver a beleza do céu azul, um raio de sol, a chuva da tarde, o cair da noite, com seu manto aveludado bordado de estrelas.
Acalma meu passo, Grande Espírito, para que eu possa perceber no meio do incessante labor cotidiano dos ruídos, lutas, alegrias, cansaços ou desalentos, a tua presença constante no meu coração.
Acalma meu passo, Grande Espírito, para que eu possa entoar o cântico da esperança, sorrir para o meu próximo e calar-me para escutar a tua voz.
Acalma meu passo, Grande Espírito, e inspira-me a enterrar minhas raízes no solo dos valores duradouros da vida, para que eu possa crescer até às estrelas do meu destino maior.
Obrigado, Grande Espírito, pelo dia de hoje, pela família que me deste, pelo meu trabalho e, sobretudo, pela tua presença em minha vida.
Tudo isto te peço, Grande Espírito, pois se estás comigo, em nenhum lugar me sentirei triste, porque, apesar da tragédia diária, tu enches de alegria o universo.
Se estás comigo, não tenho medo de nada, nem de ninguém, porque nada posso perder e todas as forças do cosmos são impotentes para tirar-me o que me pertence, na qualidade de filho do Grande Espírito: o teu amor.
Se estás comigo, tudo executarei em teu nome.
Enfim, em nenhum lugar me sentirei estranho, deslocado, porque estás em todas as regiões, na mais suave de todas as paisagens, no limite indeciso de todos os horizontes…
Também as bênçãos do Grande Espírito se espelham sobre todas as criaturas, porém, para que as possamos sentir, dulcificando-nos as vidas, é preciso que nos unamos, em sintonia feliz, a essas faixas de luz.
E esta sintonia se chama ORAÇÃO!

https://espacodosol.com.br/2015/07/02/prece-indigena-ao-grande-espirito/


domingo, 19 de janeiro de 2020

POVOS INDÍGENAS: OS XUKURUS





Aulas de Campo:
Relatos de Experiências, vivenciados nas aulas da Disciplina de Ciências das Religiões e Ensino Religioso do Programa de Pós-Graduação em Ciências das Religiões - PPGCR
Universidade Federal da Paraíba - UFPB.
Dias 17; 18; 19 e 20 de maio de 2019
Congresso dos Povos XUKURUS

Nesse momento não foi apenas quatro horas aulas, mas, sim 32 horas aulas que aconteceram na cidade de Pesqueira em Pernambuco, onde formos direto para a “Aldeia Xukuru” um lugar muito bonito e aprazível no alto de uma serra com várias ladeiras imensas, numa estrada de barro ou de massapê lisa. Foi um encontro muito bem organizado e estruturado para mais ou menos duas mil (2.000) pessoas.
Chegando lá nos deparamos com uma multidão de pessoas de várias regiões do Brasil, entre estes, além dos indígenas havia ainda, pesquisadores, jornalistas e repórteres estudantes, professores e lideranças partidária / sindicalista, religiosas e mais a população de Pesqueira prestigiando o evento do “Povo Forte Xukuru”.
No 1° dia: 17/ 05 houve uma reflexiva abertura e boas vindas aos participantes e a fala de algumas lideranças, prometendo ser um ato público indígena, mas, muito organizado com toda infra-estrutura para receber os convidados. Aconteceram num mesmo espaço, um lindo barracão de palha, uma espécie de auditório indígena que abrigou a todos que estavam presentes. Foram momentos ímpares de aprendizagem, pois tivemos aula com essas pessoas que pertencem à rica cultura indígena. Basta falar que fica difícil de qualificar suas lutas e perseveranças em seus objetivos. Percebi que estes são exemplos de vida para nós professores de Ensino Religioso. Pois enquanto nós, lutadores professores desistimos no meio do caminho... Esse povo corre e, vai atrás daquilo que lhes tiraram um dia, que são suas terras e seu povo.
No 2° dia: 18/05 antes de iniciar as falas das lideranças... Eles promoveram uma ritualística sincrética através de uma forte espiritualidade e religiosidade. Um momento de rituais de orações invocando Deus, Jesus, Maria e o Espírito Santo. Rezando o Credo, Pai Nosso, Ave Maria com Cânticos exaltando tudo em nome de Deus (Olorum), um sincretismo religioso de Pajelança, excluindo todo o mal, saudando nesse momento as divindades indígenas através dos seus “Encantados” e os “Seres de Luz”. Encerrando esse momento sublime com cânticos, os seus louvores a Deus segundo eles. Em alguns momentos, alguém falava do Deus TUPÃ com muita intensidade e sabedoria.
Esse dia foi muito intenso, pois tivemos diversas explanações, sobretudo que lhes estavam incomodando, principalmente os assassinatos indígenas de seus entes queridos em que deixavam transparecer suas indignações. Entre essas pessoas, estavam as lideranças indígenas, sindicalistas, professores pesquisadores e estudantes indígenas. No meio destes profissionais situavam-se também os outros indígenas que demonstraram em suas falas, as suas reivindicações, metas e objetivos. E assim foi esse dia, porém com muito dinamismo.
No 3° dia: 19/05, esse dia ficará marcado em nossa memória, pois foi o dia que amanheceu chovendo, nos preparamos para irmos pela manhã. Entretanto, nos disseram que carro nenhum estava subindo ou descendo por conta da chuva a ladeira de massapê deslizava muito. Por isso ficamos tristes... Vindas de tão distante e perdermos as ricas palestras! Pois éramos 5 professor/es pesquisador/es (Jenise, Joelma, Surama e Eu Maria José, além do pesquisador nato, o Mestre Falcão)  e não queríamos perder nada sobre esses depoimentos e foi quando este último foi falar com o motorista para nos conduzir mais tarde. E assim aconteceu. Quando chegou a certa altura, havia uma fila imensa de carros e ônibus que não conseguiam subir, foi quando as meninas decidiram descer e subir a pé uma segurando na outra.
Entretanto, eu não consegui descer do carro, pois tudo deslizava, e com isso não arrisquei, tendo em vista as minhas limitações. Contudo foi um momento muito rico para nós, com todas as dificuldades, seguimos avante, para não perdermos as famosas palestras tão significativa para nós. O que mais me chamou a atenção é de saber o quanto esse povo é organizado! Como eu gostaria que nós educadores nos comportássemos assim, com essa garra e energia! Enquanto uns lutam até o fim, alguns se acomodam e outros desistem no caminho, por conta da falta de atenção dos gestores públicos.
No quarto dia: 20 /05 encerramento com um ato inter-religioso Cristão X Indígena, além de ato político para traçar as diretrizes de reivindicações para o “Povo Xukuru”. O que mais me chamou a atenção foi à organização, o compartilhamento das refeições, o respeito por todas as lideranças o poder das mulheres na organização, no falar nas determinações que foram pontuadas, por elas principalmente a sua participação ativamente nesse evento.
 As mulheres indígenas estão ativamente engajadas nessas lutas com a finalidade de resgatarem tudo aquilo ou parte daquilo que lhes foi tirado um dia. Além de serem fortalezas são determinadas e engajadas nessas lutas indígenas. Tudo isso é muito fascinante... Observamos o exemplo da mestranda Sanderline! A nossa grande “Pajé Potiguara”. Eu fiquei curiosa quando soube que ela era Pajé, pois achava que isso nessa cultura, seria uma função ou cargo somente do homem indígena...
Essa experiência que vivenciei nesses dias desse evento deu-me a oportunidade de (re)viver um pouco mais dessa nossa cultura indígena. Temos muito que aprender, pois são pessoas que estão empenhadas na luta, desde os tempos coloniais, além dos seus afazeres domésticos estão lado a lado tentando e buscando resgatar as suas heranças (que é a Mãe Terra) deixadas para eles e elas pelo GRANDE CHEFE O DEUS TUPÃ.
Esse último dia foi marcado pela “Marcha e o grito de guerra deles misturados com os delas (indígenas)" que descendo a ladeira da serra não pararam, cantando palavras de ordem ritmadas sem se deixar intimidar, por suas fragilidades por serem mulheres, misturados com os homens, (indígenas) lindo de ver essa manifestação indígena, tão digna de nossos ancestrais.

Para que serviu essa aula?  
Nesse momento dessas discussões percebemos o quanto ele são organizados e sábios, pois além de ser gratificante em saber o quanto essa luta é compartilhada e pacífica entre eles. Por isso que são fortes! Aprendemos muito com as palestras, além de seus discursos colocando em votação as suas reivindicações.
Avaliação e auto-avaliação: Foi de muita sensibilidade em presenciarmos tanta organização que os deixaram transparecer. Foi um evento edificante onde adquirimos muitas lições de vida. Aprendi muito com a cultura indígena revendo os meus valores e pensando na luta dos professores que deveria ser edificada de acordo com esses modelos de luta. Portanto, auto-avalio-me, também me colocando no lugar deles e delas, sentindo-me mais uma nessa luta que não é somente deles e delas, mas, nossa também.


quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

PLANO DE CURSO DA EJA: CICLO IV



DISCIPLINA: Ensino Religioso
PROFESSOR (A):
CICLO IV = (8º e 9º Anos)
OBJETIVO GERAL: Desenvolver habilidades específicas com relação ao fenômeno religioso na diversidade cultural religiosa, à vida além da morte, valorizando as normas e o respeito pelas diferenças, como um princípio de alteridade.

OBJETIVOS
CONTEÚDOS
ATIVIDADES
AVALIAÇÃO

1-Compreender que a espiritualidade é uma das necessidades básicas na vida do ser humano e na sua relação com o outro.
-Diferenciar no cotidiano os diferentes modos de espiritualidades.
- Reconhecer que na diversidade cultural local e regional, existem as mais diversas formas de concepção do sagrado.
- Perceber a existência de linguagens religiosas a respeito do Transcendente na cultura local e regional de acordo com as manifestações culturais religiosas


2-Reconhecer a existência das normas de valores e costumes no âmbito de cada tradição cultural religiosa existente em nossa cidade, Estado e País.
- Analisar os valores que promovem a cultura de paz no contexto escolar, estabelecendo o emprego desses valores no ambiente externo da escola.
- Entender que o exercício do diálogo nas diversas sociedades culturais religiosas, são manifestações de resolver conflitos nas tomadas de decisões coletivas,
- Respeitar os valores normativos da diversidade cultural religiosa como um princípio de alteridade
-Exercitar e acolher ações de discriminações de todas as formas preconceituosas na nossa sociedade.

3-Favorecer uma melhor compreensão entre os educandos a respeito dos símbolos religiosos como uma forma de se relacionar com o Transcendente.

-Conhecer o significado dos símbolos religiosos para cada cultura religiosa.

-Diferenciar a relação de cada tradição religiosa na comunicação com o Sagrado, através de rituais.

-Estimular a compreensão da vida além morte de acordo com cada tradição religiosa.


4-Valorizar os limites éticos das manifestações religiosas de acordo com cada tradição cultural.
-Vivenciar os valores de cidadania, respeitando cada costume e contextos diversos.
-Identificar e reconhecer os princípios éticos de cada tradição com norteadores da vida.
-Compreender e exercitar formas de atitudes que contribuam sem discriminações, para uma cultura de paz.
-Respeitar os princípios de equidade no cumprimento das normas das tradições religiosas e seus limites.
 1-Espiritualidades pelas diferentes tradições religiosas 

A espiritualidade como um dos elementos fundamentais das tradições religiosas.

A compreensão de que existem diversas espiritualidades.
Os diferentes modos de conceber o sagrado.

A diversidade de linguagens religiosas que tratam do Transcendente na diversidade cultural local e regional.








2-Valores: conhecimento do conjunto de normas de cada tradição religiosa.

Os valores que promovem a coexistência pacífica.

O emprego do diálogo como forma de esclarecer conflitos e tomadas de decisões coletivas.

Os valores éticos propostos pelas várias tradições religiosas.

As atitudes de combate ao preconceito contra: etnias, gênero, idade, religião e outros.



















3- Entender os símbolos religiosos como meios de relação com o Transcendente.


Os símbolos religiosos são significativos para as tradições religiosas.


Diferenças dos símbolos na comunicação com o Sagrado.
A comunicação com o Transcendente através dos rituais
A Vida além morte: Ressurreição; Reencarnação; Ancestralidade e o Nada.






4 Fundamentação dos limites éticos propostos pelas várias tradições religiosas.

A vivência dos valores da cidadania em diferentes contextos
Identificação dos princípios éticos norteadores da vida.

Sistematização de atitudes de combate ao preconceito contra: etnias, gênero, idade, religião e outros.

O princípio da equidade ao cumprimento das normas e regras estabelecidas.
Pesquisas em livros revistas e jornais  sobre as diversas;
Expressões de espiritualidades;

Pesquisas no laboratório de informática sobre as verdades presentes na vida do povo;

Elaboração de quadro ilustrativo e/ou painel sobre as expressões de verdades: na ciência, na religião e na expressão popular, dos limites humanos:

Doença, morte, insegurança, medo, pequenez (ignorância e violência) e injustiça (calúnia, mentira, exploração, miséria, falsidade, opressão);

Coleta de idéias religiosas presentes em poemas, expressões populares ou ditos veiculados por meios de comunicação;

Pesquisas sobre os líderes religiosos da história antiga e da atualidade, sobre:
     O Sagrado. 

 Superação de limites;
Os Escritos 
Sagrados; 

A Capacidade de Dialogar com Deus;

Rituais das diversas culturas religiosas;

Produção textual;

Promoção de danças;

Dramatização;

Leituras diversas;

Pesquisas sobre a religiosidade na TV;

Reflexões que permitem perceber atitudes de reverência ao fenômeno religioso do outro e saber lidar com as diferenças;

Convidar pessoas de outras tradições para falar sobre a sua religião;

Análise e interpretação dos textos sagrados;

Excursões; Vídeos diversos sobre o tema em estudo;

Rodas de diálogo;

Construção de: murais, jornais, maquetes;
 redação, produção de textos, teatro, jogral, coral, etc.
Visitas aos templos sagrados;
Entrevistas com líderes religiosos;

Conversas sobre os símbolos religiosos  de cada tradição e a sua relação com o Transcendente;

Coletar expressões utilizadas nos velórios, enterros ou situações de morte, analisando a visão de vida além-morte.

O que elas transmitem;
Como as religiões vêem a morte;

Observar a religiosidade e mudanças históricas e culturais;

Visitas ao cemitério para observar os escritos religiosos ou não religiosos nas lápides.

Trabalhos diversos com vídeos sobre as culturas religiosas a respeito da vida além morte.

Construção de murais estabelecendo um código de ética sobre as mais diversas religiões.

Trabalhos individual;

Trabalhos em grupos;

Frequência;

Assiduidade:

Responsabilidade;

Compromisso;

Adoção de atitudes positivas frente a um desagravo ou frustração.

Respeito às diferenças;
Às idéias do outro.

Manifestação de
 opiniões/sentimentos;

Cooperação com os colegas e o professor.

A boa convivência na sala de aula.

Rodas de diálogo;

Desenvolvimento de ações de solidariedade;

Organização com seus pertences;

O cuidado com o patrimônio público, etc.

Atitudes de valorização do outro;

Confraternização de encerramento.

REFERÊNCIAS
CARNIATO, Maria Inês. Coleção Ensino Religioso Fundamental, 1º ao 9º Ano. Edição revisada e ampliada. SP: Paulinas. 2010.
FÓRUM NACIONAL PERMANENTE DE ENSINO RELIGIOSO: Ensino religioso capacitação para o novo milênio. KIT de Cadernos com 12 módulos, 2000.
 ______. Ensino Religioso: referencial curricular para a proposta pedagógica da escola. Conforme artigo 33 LDBEN – PCNER Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. 2000.
______. Parâmetros curriculares nacionais do ensino religioso. 6 ed. São Paulo: Editora Ave Maria 2002.
OFICINAS DE PLANOS DE CURSO. Realizadas com os professores de ER. Paulinas- João Pessoa-PB, 2014.
Pesquisas internet.
MUNDO JOVEM. Dinâmicas e textos diversos

Textos Diversos