quarta-feira, 13 de março de 2019

TEXTO 2- A PÁSCOA NAS RELIGIÕES






Canção nova

Católica? 

Para os católicos, a Páscoa é a celebração da vitória da vida sobre a morte. A quaresma representa o momento de reflexão, se os homens poderão ressuscitar junto com Cristo. Além desse símbolo espiritual, a religião elege o coelho (que representa a fertilidade), a água e o círio pascal, o fogo novo, como símbolos. Todo início da quaresma a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança a Campanha da Fraternidade, que em 2011 celebra a?Fraternidade e a Vida no Planeta?. A campanha tenta mostrar que a natureza também está precisando ressuscitar. ?Não só nós, humanos que estamos precisando de renovação. A natureza precisa ressuscitar?, disse a praticante da religião Elza Ribeiro. ?A Páscoa é o símbolo que podemos nos redimir das coisas ruins do mundo. A questão é saber se seremos dignos disso? Concluiu.  Qual o tema de 2018?




Evangélicos (A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias)? 

Para os praticantes dessa religião, o momento é de alegria e de celebração conjunta pelo sacrifício de Jesus para os homens?  Um domingo onde nós nos juntamos aos demais cristãos, lembrando que Jesus Cristo ressuscitou ao terceiro dia, em um domingo da Páscoa judia, mas não há comemorações especiais, disse Fernando Nunes, membro da Igreja. Segundo Fernando, é importante lembrar-se desse momento não só durante a Páscoa, mas durante todos os dias. É um momento de extrema importância no evangelho cristão, porque é parte do grande sacrifício expiatório que Jesus fez por nós, mas lembramos disso a cada reunião que temos, declarou.





Igreja Batista Nacional? 

Para eles, o cordeiro é o principal símbolo e representa o corpo de Cristo. A Páscoa representa a saída do povo egípcio do cativeiro e a sua busca pela terra prometida. Na bíblia judaica é um momento novo, de libertação do povo, disse o pastor da Igreja Batista do município de São Luís do Quitunde, Irmão Barros. A religião também acredita na ressurreição no terceiro dia da Paixão de Cristo.






Umbanda e Candomblé? 

Os praticantes dessa religião, apesar de não comemorar essa data em específico, celebram outras do calendário cristão. Nós não aceitamos a ressurreição como uma verdade, mas respeitamos aqueles que acreditam, declarou Maria Lúcia, praticante de umbanda. Eles celebram o orixá Oxalá, que representa Jesus. Muitos terreiros fecham durante a Semana Santa e só reabrem no Sábado de Aleluia, quando realizam celebrações espirituais para marcar o dia.





Espiritismo? 
É comum nessa religião não cultuar os dogmas da igreja cristã, mas existe o respeito pelas manifestações religiosas. Eles crêem que a Páscoa ou Passagem, como é chamada, significa a liberdade dos hebreus escravizados no antigo Egito.






Judeus? 

Conhecida como Pessach, a Páscoa judaica marca o período do Êxodo do povo hebreu da escravidão no Egito. É o momento de libertação e de firmação da identidade desse povo, durante os séculos até os dias de hoje. O início da celebração é marcado no primeiro dia de lua cheia da primavera e dura sete dias. Para além da celebração, todos os ouvidos pela reportagem acreditam que o respeito por cada especificidade das religiões, que compõe a diversidade no país não aceita a intolerância religiosa, que deixa uma mancha que não compete ao símbolo da época. A intolerância nos faz mais fracos e torna as pessoas menos humanas. A Páscoa é o marco da vida. E a vida é um privilégio de todos! Concluiu Maria Lúcia.


Atividades

1- Apresentamos aqui a visão sobre a Páscoa de algumas culturas religiosas. Agora é sua vez! Descubra através de pesquisa a visão  de outras tradições religiosas sobre a Páscoa.

2- Para você o que é Páscoa?

3- Faça um acróstico com a palavra RESSURREIÇÃO.

4- Construa em sua escola um mural sobre a Páscoa

5-https://www.youtube.com/watch?v=-J6blV4Im8c

6-https://www.youtube.com/watch?v=R9j0LEkYtTQ

7-https://www.youtube.com/watch?v=aeBz3w0D5n8


Referência:
Fonte: primeiraedicao.com.br

RELIGIOSOS DE PERNAMBUCO EXPLICAM DIFERENÇAS SOBRE A VISÃO DA PÁSCOA - TEXTO 1


ESPÍRITAS, EVANGÉLICOS E SEGUIDORES DO CANDOMBLÉ TÊM ABORDAGENS DISTINTAS.

PARA TODOS, SEMANA SANTA PODE SER UM MOMENTO DE REFLEXÃO SOBRE A VIDA. Do G1 PE



https://aminoapps.com/c/cristaos-amino/page/blog/o-que-e-pascoa-crista/5


Marco religioso para a Igreja Católica, a Páscoa é lembrada de forma diferente por outras religiões. No Brasil, evangélicos, espíritas e seguidores do candomblé também aproveitam o momento para refletir sobre a vida e os caminhos seguidos por Cristo.

Os evangélicos, que acreditam em apenas um Deus vivo e verdadeiro, possuem algumas diferenças sobre o período, em relação aos católicos. “Damos ênfase à ressurreição, mas também lembramos a morte, na cruz, porque também é importante para todos nós lembrarmos o sacrifício que Jesus teve morrendo na cruz, proporcionando vida eterna para todo aquele que Nele crê. Também lembramos não da mesma forma, mas fazemos meditações e pregamos sobre a morte e ressurreição de Jesus de Nazaré”, conta Wellington Alves, pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Os espíritas pensam de uma forma parecida à dos protestantes, acreditando na vida de Cristo após a morte. Com base na filosofia, ciência e religião, eles consideram mais importante a lembrança do jeito humilde que Jesus viveu, sem grandes comemorações. “Para a casa espírita, damos continuidade normal às nossas atividades. Algumas instituições, a título de esclarecimento, fazem palestras, mostrando a visão espírita em torno da Páscoa e Semana Santa. A morte é um fenômeno natural para todos nós. A grande lição que Cristo nos deu foi a imortalidade da alma”, comenta Sócrates Vieira, coordenador da Federação Espírita de Pernambuco.

Os seguidores do candomblé creem em Deus, mas também nos orixás. Segundo o babalorixá Pai Gildo Filho, existem diversos cultos que relembram a Semana Santa. “Não existem rituais de toques, festividades. Mas existem as obrigações, orações, da maneira como os escravos daquela época faziam – cultuavam os orixás, os santos. É a maneira que fazemos aqui", conclui


http://diversidade-religiosa.blogspot.com.br/2012/04/religiosos-de-pernambuco-explicam.html



sábado, 9 de março de 2019

ALIMENTOS SAGRADOS 2



"Nas diversas crenças e religiões dos povo São usados alimentos considerados sagrado. É muito importante conhecer e compreender que os jeitos de crer devem ser respeitados " (Borres Guilouski)


Indígenas

https://www.pousadasombradojua.com.br/indios-cariris-
buscando-conhecer-um-pouco-mais-sobre-nossas-raizes/



Para os indígenas a sua alimentação é basicamente natural, livres de agrotóxicos ou outros produtos químicos. Por outro lado  não consomem produtos industrializados. Esses alimentos são plantados por eles mesmos, bem como retirados diretamente da própria natureza. Por isso, é uma alimentação saudável, rica em vitaminas e sais minerais e outros nutrientes.

Seus alimentos são: Frutas; Verduras; Legumes; Raízes; Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc); Peixes; Cereais; Castanhas e outros.
Numa aldeia indígena, o preparo dos alimentos ficam por conta das mulheres, enquanto os homens se responsabilizam em caçar e pescar.
Há entre os indígenas bebidas e comidas  sagradas. Preparadas principalmente de milho ou macaxeira. O milho e a mandioca são alimentos nutritivos, que fazem parte da culinária brasileira.

OBS: Atualmente, muitas tribos sofreram influência com o homem da cidade e aos poucos estão perdendo seus costumes.


Afro-descendentes




Nos cultos das tradições religiosas de origem africana
Há comidas tidas como sagradas, muito especiais
Entre outras, acarajé, caruru, abará e vatapá
Que fazem parte de suas cerimônias ou rituais
A culinária sagrada dos Orixás é muito diversificada e têm como base carnes, peixes, farinhas, mel, óleos, além de outros ingredientes, que de acordo com os preceitos dos cultos resultarão em alimentos desejados e do agrado do “santo”. Há muita influência da cultura regional na culinária e modo de preparar os alimentos para os Orixás, nos terreiros de Xangô, no candomblé e na umbanda.

  A gastronomia do ritual afro-brasileiro é repleta de detalhes e simbolismos. Existe uma infinidade de pratos preparados com preceitos e rigores específicos para o cardápio dos Orixás, Voduns e Inkices nos diversos terreiros dos cultos afro-brasileiros, assim como para os frequentadores dos terreiros. Abaixo, alguns desses alimentos:

 ABADÔ – também conhecido como axoxô ou axoxó - espécie de farinha preparada com milho vermelho (Rio).

ABARÁ – massa preparada com feijão-fradinho, cozida em banho-maria, envolvidos com folha de bananeira e um camarão seco (Bahia).

AGRALÁ – farofa de farinha fina com sal e azeite de dendê (Rio).

AJABÔ – quiabos partidos em rodelas pequenas, temperado com mel de abelha (Rio).

AMIÓ – espécie de papa, com farinha de milho, caldo de galinha e camarões secos moídos (Maranhão).

BADOFE – prato feito com cabeça de boi temperada com sal e alho, cozida com azeite de dendê, camarão, cebola, gengibre e outros condimentos. O prato é acompanhado de angu ou acaçá (Bahia).

BEINHAN – raiz de inhame cozido e um pouco amassado sem nenhum tempero;

CANJERÊ – alimento preparado com camarão seco, castanha e amendoim (Pernambuco).

EBÓ – preparado com milho branco, que depois de ficar de molho na água é pilado e cozido. Há diversos tipos de ebó (Bahia e Rio).

FAROFA DE DENDÊ – farinha de mandioca, azeite de dendê e sal. Pode também ser preparada com cebola, camarões fritos ou em massa condimentada (Bahia e Rio).
IXÉ – miúdos e demais órgãos dos animais sacrificados nos rituais de matança (Bahia e Rio).

OMALÁ – preparado com quiabos cortados em rodelas finas, temperados com cebola, camarão seco e azeite de dendê e ervas, como taioba, mostarda, bredo, capeba e outras (Bahia e Rio).

QUIBOLO – feito à base de quiabos cortados, temperados com azeite de dendê, sal e cebola ralada. Mistura-se após o cozimento, uma papa de fubá de arroz e carnes de animais sacrificados (Alagoas).

QUITINDIM DE ODÉ – amendoim cru, mel e coco picado misturados sem ir ao fogo (Alagoas).

Essas duas culturas religiosas apresentam  alimentos deliciosíssimos e tudo transporta para um sentido religioso. A nossa culinária brasileira foi herdada desses nossos ancestrais, além da cultura religiosa indígena. 



Religiões Orientais




Em algumas tradições religiosas do oriente Como: Xintoísmo, Budismo,Hinduísmo e outras mais. O arroz, as frutas, os bolos e tantas guloseimas. Os budistas, são vegetarianos, comem vegetais, porém não compactuam com a morte dos vegetais. Por isso não comem as raízes.
Também são indispensáveis em seus sagrados rituais, as orações e preces de agradecimentos.

Os hindus são vegetarianos, não consomem carne.  O vegetarianismo na religião hindu é uma forma de não-violência. Além disso, para os hindus, a vaca é um animal sagrado e não deve ser abatido. Houve uma época em que, na Índia, era proibido o consumo de carne de vaca - proibição que caiu há algumas décadas, mas o animal continua sendo sagrado. Tanto que o leite consumido na Índia é mais puro do que o consumido por aqui, já que lá os animais tendem a não ser tratados à base de hormônios e substâncias químicas. 

Judaísmo




Entre os seguidores do Judaísmo não podia ser diferente. As festas religiosas são celebradas não com comida qualquer,mas com alimentos puros preparados com muito esmero.
Pães ázimos, cordeiro assado, bons vinhos, são os alimentos kosher. (Seguem as regras da Torá).
         A culinária judaica é uma das mais saborosas e variadas que existem.  E, alguns milênios atrás, as comidas eram rústicas, elaboradas pelas mãos de camponesas judias, que foram transmitindo as receitas para suas filhas, como uma das formas de manter a identidade.


A alimentação dos judeus era baseada em couves, vinhos, especiarias, molhos, cerveja e o mais importante o pão. Originalmente, essa cozinha enfatizava os sete elementos bíblicos citados no Deuteronômio: a cevada, o trigo, a azeitona, o figo, a romã, a tâmara e as ervas.
Vestiam-se a rigor para a hora das refeições e comiam com rapidez. Os judeus não comem carne de porco, cavalo, camelo, coelho, caranguejo, lagosta e camarão. Na verdade, à exceção de peixes com escamas, nenhum fruto do mar é permitido. Há também a proibição de misturar leite e carne. Devendo haver um espaço de seis horas entre os alimentos de uma origem.

Cristianismo



No Cristianismo desde a sua origem até aos dias de hoje, o pão e o vinho estão presentes em seus cultos de comunhão. Depois de consagrados na eucaristia ou ceia do Senhor. São repartidos entre os fiéis com muita fé e devoção. No catolicismo todos os alimentos são sagrados. Além do peixe, sal, azeite e ovos. Os católicos fazem abstinência de carne quarta feira de cinzas, nas sextas feiras da quaresma, bem como na Semana Santa.

Seguindo os preceitos bíblicos, os evangélicos, fazem restrições sobre alguns alimentos.
Com o objetivo de demonstrar fé e provocar um estado de espírito que favoreça a aproximação com Deus, algumas igrejas indicam jejuns esporádicos de bebidas e alimentos tentadores, como café, chocolate e guloseimas em geral. Apenas poucas denominações praticam jejuns regulares, como os adventistas do sétimo dia, que pregam que, na Bíblia, Deus adverte que a carne suína é imprópria para o consumo humano....
Os Testemunhas de Jeová se abstém de alimentos com o sangue de animais, tais como: galinha no molho pardo, (cabidela), sarapatel ou sarrabolho. Por este  motivo, são contra doação de sangue para salvar vidas humanas.
Cristo também demonstra a importância da refeição e da união neste momento sagrado. Para isso, faça uma prece antes de comer, que pode ser espontânea ou tradicional. É importante ter consciência da graça que é ter a comida na mesa e ter capacidade de trabalhar para adquiri-la. Saiba ser grato, evite desperdícios e partilhe o que tem com as pessoas menos favorecidas.
E assim você poderá se aprofundar mais nestes sites referenciais.


Atividades


1- pesquisem alimentos sagrados de outras culturas religiosas.


2-Construam uma paródia envolvendo os alimentos sagrados.

3- Assistam o vídeo.


4- Preparem um mural com receitas dos alimentos sagrados.

5-encontrem os alimentos sagrados no caça-palavras.





Referências





de- aniversario-e-etchup-10-alimentos-proibidos-por-religioes.htm

junior-catequesecrisma.blogspot.com/2011/05/comida-sagrada.htm









quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

A verdadeira história de Maria Madalena


QUEM FOI MARIA MADALENA A PECADORA?

Visitando alguns sites para pesquisar sobre essa temática observamos que os evangelhos nos fornecem poucos dados sobre a pessoa de Maria Madalena.
"Madalena" não era o seu sobrenome, como popularmente se acredita. No seu tempo de vida o conceito de "sobrenome" não existia entre o povo judeu. O nome Madalena na realidade é um adjetivo que a descreve como sendo natural de Magdala, cidade localizada na costa ocidental do Mar da Galileia.
Entretanto, Maria Madalena foi uma seguidora de Jesus mencionada na narrativa bíblica do Novo Testamento. Ela ajudava a sustentar Jesus durante seu ministério. Foi uma das mulheres curadas pelo Senhor, e também foi a primeira a vê-lo após a ressurreição, e por isso, ficou conhecida.

Maria Madalena era prostituta?

A Bíblia não diz que ela era prostituta. Apenas diz que Jesus expulsou sete demônios dela. Ao longo do tempo, algumas pessoas misturaram a história de Maria Madalena com a história da mulher pecadora que ungiu Jesus e com a mulher adúltera que Jesus perdoou. Mas não existe razão na Bíblia para acreditar que eram todas a mesma pessoa. Maria Madalena não era a única mulher que seguia Jesus.
Jesus se dedicou o tempo inteiro ao seu ministério. Ele não tinha outro emprego, que lhe desse dinheiro. Ele e os apóstolos viviam das ofertas de outros seguidores. Muita ajuda financeira veio de mulheres de posses, entre as quais Maria Madalena, de quem Jesus tinha expulsado sete demônios (Lucas 8:1-3).
Maria Madalena, junto com outras mulheres, seguia Jesus por onde ele ia para pregar. Ela estava presente quando ele foi crucificado, chorou sua morte e viu onde ele foi sepultado (Marcos 15:40-41). No domingo, Maria Madalena foi uma das mulheres que se dirigiu ao seu túmulo para ungir o seu corpo.
Chegando ao túmulo, Maria Madalena viu que estava aberto e o corpo de Jesus não estava lá. Um anjo apareceu e contou a Maria Madalena e às outras mulheres que Jesus tinha ressuscitado (Mateus 28:5-7). Elas então foram contar aos apóstolos.
Pedro e João decidiram ir ver o túmulo vazio. Maria Madalena foi com eles e ficou para trás, chorando, quando foram embora. Então alguém lhe apareceu e perguntou por que ela estava chorando? Pensando que era o jardineiro, Maria Madalena explicou que alguém tinha roubado o corpo de Jesus. O homem chamou Maria pelo nome e ela olhou para ele e viu que era Jesus! - João 20:15-16
Atividades para trabalhar com o Fundamental II

1-Pesquisas diversificadas;

2-Teatro;
3- Vídeos;
4- Murais;
5- Palavras cruzadas ou Caça palavras


Referências                                                 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

HISTÓRIA DO NATAL 3


A Rosa de Natal




Na noite em que o menino Jesus nasceu, uma pequena pastora, que no monte guardava o seu rebanho, viu passar alguns pastores e três Reis Magos, que se dirigiam para o estábulo onde Jesus estava, em palhas deitado, junto de Maria e José. Os pastores levavam presentes e, os três reis magos, levavam ricas ofertas de ouro, incenso e mirra!


A pequena pastora ficou triste, pois não tinha nada para oferecer ao menino Jesus, e começou a chorar. Um anjo, que por ali passava, ao ver tamanha tristeza, passou junto da menina e, quando as suas lágrimas caíram na terra gelada, transformou-as em lindas rosas brancas, que a menina com o coração carregado de felicidade, rapidamente apanhou e levou como oferta ao menino Jesus.

Referência
FACEBOOK

HISTÓRIA DO NATAL 2



Os Reis Magos



Conta a história que, vindos do Oriente, três Reis Magos, Melchior, Gaspar e Baltazar, seguiram a Estrela de Belém, que os levou até ao menino Jesus. Os Magos, ao saber que se tratava do nascimento de um rei, tinham perguntado ao Rei Herodes sobre Ele.

O Rei Herodes, que de nada sabia, pediu aos Reis Magos que assim que O encontrassem, o informassem sobre o local do nascimento, de modo a poder também ele visitá-Lo. É claro que a intenção de Herodes era ver-se livre desse novo Rei, pois considerava-O uma ameaça.

Os três Reis Magos ao encontrarem o Menino Jesus, celebraram com júbilo o Seu nascimento oferecendo-lhe Ouro, Incenso e Mirra, e venerando-O como Rei dos Judeus.Os Reis Magos não voltaram a estar com o Rei Herodes, após serem alertados em sonhos, da intenção deste em matar Jesus.


Referência
FACEBOOK

HISTÓRIAS DE NATAL 1


O ALDEÃO


(Baseado em uma história de natal atribuída a León Tolstoi)- Texto retirado da internet
Um aldeão russo, muito devoto, constantemente pedia em suas orações que Jesus viesse visitá-lo em sua humilde choupana.
Na véspera do Natal sonhou que o Senhor iria aparecer-lhe. Teve tanta certeza da visita que, mal acordou, levantou-se imediatamente e começou a pôr a casa em ordem para receber o hóspede tão esperado.
Uma violenta tempestade de granizo e neve acontecia lá fora. E o aldeão continuava com os afazeres domésticos, cuidando também da sopa de repolho, que era o seu prato predileto.
De vez em quando ele observava a estrada, sempre à espera...
Decorrido algum tempo, o aldeão viu que alguém se aproximava caminhando com dificuldade em meio a borrasca de neve. Era um pobre vendedor ambulante, que conduzia às costas um fardo bastante pesado.
Compadecido, saiu de casa e foi ao encontro do vendedor. Levou-o para a choupana, pôs sua roupa a secar ao calor da lareira e repartiu com ele a sopa de repolho. Só o deixou ir embora depois de ver que ele já tinha forças para continuar a jornada.
Olhando de novo através da vidraça, avistou uma mulher na estrada coberta de neve. Foi buscá-la, e abrigou-a na choupana. Fez com que sentasse próximo à lareira, deu-lhe de comer, embrulhou-a em sua própria capa...
A noite começava a cair... Não a deixou partir enquanto não readquiriu forças suficientes para a caminhada. E nada de Jesus!
Já quase sem esperanças, o aldeão novamente foi até a janela e examinou a estrada coberta de neve. Distinguiu uma criança e percebeu que ela se encontrava perdida e quase congelada pelo frio...
Saiu mais uma vez, pegou a criança e levou-a para a cabana. Deu-lhe de comer, e não demorou muito para que a visse adormecida ao calor da lareira.
Cansado e desolado, o aldeão sentou-se e acabou por adormecer junto ao fogo. Mas, de repente, uma luz radiosa, que não provinha da lareira, iluminou tudo!
Diante do pobre aldeão, surgiu risonho o Senhor, envolto em uma túnica branca! - Ah! Senhor! Esperei-O o dia todo e não aparecestes, lamentou-se o aldeão...
E Jesus lhe respondeu: "Já por três vezes, hoje, visitei tua choupana: O vendedor ambulante que socorrestes, aquecestes e deste de comer... era Eu! A pobre mulher, a quem deste a capa... era Eu! E essa criança que salvaste da tempestade, também era Eu..."
"O Bem que a cada um deles fizeste, a mim mesmo o fizeste!"

REFERÊNCIA
https://www.esoterikha.com/presentes/historias-de-natal-para-refletir-o-jardineiro-e-a-arvore-de-natal.php

TEXTO 2- A PÁSCOA NAS RELIGIÕES