quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

A verdadeira história de Maria Madalena


QUEM FOI MARIA MADALENA A PECADORA?

Visitando alguns sites para pesquisar sobre essa temática observamos que os evangelhos nos fornecem poucos dados sobre a pessoa de Maria Madalena.
"Madalena" não era o seu sobrenome, como popularmente se acredita. No seu tempo de vida o conceito de "sobrenome" não existia entre o povo judeu. O nome Madalena na realidade é um adjetivo que a descreve como sendo natural de Magdala, cidade localizada na costa ocidental do Mar da Galileia.
Entretanto, Maria Madalena foi uma seguidora de Jesus mencionada na narrativa bíblica do Novo Testamento. Ela ajudava a sustentar Jesus durante seu ministério. Foi uma das mulheres curadas pelo Senhor, e também foi a primeira a vê-lo após a ressurreição, e por isso, ficou conhecida.

Maria Madalena era prostituta?

A Bíblia não diz que ela era prostituta. Apenas diz que Jesus expulsou sete demônios dela. Ao longo do tempo, algumas pessoas misturaram a história de Maria Madalena com a história da mulher pecadora que ungiu Jesus e com a mulher adúltera que Jesus perdoou. Mas não existe razão na Bíblia para acreditar que eram todas a mesma pessoa. Maria Madalena não era a única mulher que seguia Jesus.
Jesus se dedicou o tempo inteiro ao seu ministério. Ele não tinha outro emprego, que lhe desse dinheiro. Ele e os apóstolos viviam das ofertas de outros seguidores. Muita ajuda financeira veio de mulheres de posses, entre as quais Maria Madalena, de quem Jesus tinha expulsado sete demônios (Lucas 8:1-3).
Maria Madalena, junto com outras mulheres, seguia Jesus por onde ele ia para pregar. Ela estava presente quando ele foi crucificado, chorou sua morte e viu onde ele foi sepultado (Marcos 15:40-41). No domingo, Maria Madalena foi uma das mulheres que se dirigiu ao seu túmulo para ungir o seu corpo.
Chegando ao túmulo, Maria Madalena viu que estava aberto e o corpo de Jesus não estava lá. Um anjo apareceu e contou a Maria Madalena e às outras mulheres que Jesus tinha ressuscitado (Mateus 28:5-7). Elas então foram contar aos apóstolos.
Pedro e João decidiram ir ver o túmulo vazio. Maria Madalena foi com eles e ficou para trás, chorando, quando foram embora. Então alguém lhe apareceu e perguntou por que ela estava chorando? Pensando que era o jardineiro, Maria Madalena explicou que alguém tinha roubado o corpo de Jesus. O homem chamou Maria pelo nome e ela olhou para ele e viu que era Jesus! - João 20:15-16
Atividades para trabalhar com o Fundamental II

1-Pesquisas diversificadas;

2-Teatro;
3- Vídeos;
4- Murais;
5- Palavras cruzadas ou Caça palavras


Referências                                                 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

HISTÓRIA DO NATAL 3


A Rosa de Natal




Na noite em que o menino Jesus nasceu, uma pequena pastora, que no monte guardava o seu rebanho, viu passar alguns pastores e três Reis Magos, que se dirigiam para o estábulo onde Jesus estava, em palhas deitado, junto de Maria e José. Os pastores levavam presentes e, os três reis magos, levavam ricas ofertas de ouro, incenso e mirra!


A pequena pastora ficou triste, pois não tinha nada para oferecer ao menino Jesus, e começou a chorar. Um anjo, que por ali passava, ao ver tamanha tristeza, passou junto da menina e, quando as suas lágrimas caíram na terra gelada, transformou-as em lindas rosas brancas, que a menina com o coração carregado de felicidade, rapidamente apanhou e levou como oferta ao menino Jesus.

Referência
FACEBOOK

HISTÓRIA DO NATAL 2



Os Reis Magos



Conta a história que, vindos do Oriente, três Reis Magos, Melchior, Gaspar e Baltazar, seguiram a Estrela de Belém, que os levou até ao menino Jesus. Os Magos, ao saber que se tratava do nascimento de um rei, tinham perguntado ao Rei Herodes sobre Ele.

O Rei Herodes, que de nada sabia, pediu aos Reis Magos que assim que O encontrassem, o informassem sobre o local do nascimento, de modo a poder também ele visitá-Lo. É claro que a intenção de Herodes era ver-se livre desse novo Rei, pois considerava-O uma ameaça.

Os três Reis Magos ao encontrarem o Menino Jesus, celebraram com júbilo o Seu nascimento oferecendo-lhe Ouro, Incenso e Mirra, e venerando-O como Rei dos Judeus.Os Reis Magos não voltaram a estar com o Rei Herodes, após serem alertados em sonhos, da intenção deste em matar Jesus.


Referência
FACEBOOK

HISTÓRIAS DE NATAL 1


O ALDEÃO


(Baseado em uma história de natal atribuída a León Tolstoi)- Texto retirado da internet
Um aldeão russo, muito devoto, constantemente pedia em suas orações que Jesus viesse visitá-lo em sua humilde choupana.
Na véspera do Natal sonhou que o Senhor iria aparecer-lhe. Teve tanta certeza da visita que, mal acordou, levantou-se imediatamente e começou a pôr a casa em ordem para receber o hóspede tão esperado.
Uma violenta tempestade de granizo e neve acontecia lá fora. E o aldeão continuava com os afazeres domésticos, cuidando também da sopa de repolho, que era o seu prato predileto.
De vez em quando ele observava a estrada, sempre à espera...
Decorrido algum tempo, o aldeão viu que alguém se aproximava caminhando com dificuldade em meio a borrasca de neve. Era um pobre vendedor ambulante, que conduzia às costas um fardo bastante pesado.
Compadecido, saiu de casa e foi ao encontro do vendedor. Levou-o para a choupana, pôs sua roupa a secar ao calor da lareira e repartiu com ele a sopa de repolho. Só o deixou ir embora depois de ver que ele já tinha forças para continuar a jornada.
Olhando de novo através da vidraça, avistou uma mulher na estrada coberta de neve. Foi buscá-la, e abrigou-a na choupana. Fez com que sentasse próximo à lareira, deu-lhe de comer, embrulhou-a em sua própria capa...
A noite começava a cair... Não a deixou partir enquanto não readquiriu forças suficientes para a caminhada. E nada de Jesus!
Já quase sem esperanças, o aldeão novamente foi até a janela e examinou a estrada coberta de neve. Distinguiu uma criança e percebeu que ela se encontrava perdida e quase congelada pelo frio...
Saiu mais uma vez, pegou a criança e levou-a para a cabana. Deu-lhe de comer, e não demorou muito para que a visse adormecida ao calor da lareira.
Cansado e desolado, o aldeão sentou-se e acabou por adormecer junto ao fogo. Mas, de repente, uma luz radiosa, que não provinha da lareira, iluminou tudo!
Diante do pobre aldeão, surgiu risonho o Senhor, envolto em uma túnica branca! - Ah! Senhor! Esperei-O o dia todo e não aparecestes, lamentou-se o aldeão...
E Jesus lhe respondeu: "Já por três vezes, hoje, visitei tua choupana: O vendedor ambulante que socorrestes, aquecestes e deste de comer... era Eu! A pobre mulher, a quem deste a capa... era Eu! E essa criança que salvaste da tempestade, também era Eu..."
"O Bem que a cada um deles fizeste, a mim mesmo o fizeste!"

REFERÊNCIA
https://www.esoterikha.com/presentes/historias-de-natal-para-refletir-o-jardineiro-e-a-arvore-de-natal.php

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

NATAL FESTA PAGÃ QUE SE TORNOU CRISTÃ





         
      


Por: Luis Pellegrini

       Enfeitar uma árvore, iluminar as casas e as ruas, trocar presentes, reunir a família e os amigos ao redor de uma farta ceia: são apenas algumas características do Natal herdadas de tradições pagãs muito mais antigas do que o próprio Cristo; leia reportagem especial de Luis Pellegrini, editor da revista Oásis sobre as origens da celebração.
         Parece incrível, mas a escolha da data não tem nada a ver com o nascimento de Jesus. Os romanos aproveitaram uma importante festa pagã realizada por volta do dia 25 de dezembro e "cristianizaram" a data, comemorando o nascimento de Jesus pela primeira vez no ano 354. Aquela festa pagã, chamada de Natalis Solis Invicti ("nascimento do sol invencível"), era uma homenagem ao deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações aconteciam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. No hemisfério norte, o solstício não tem data fixa - ele costuma ser próximo de 22 de dezembro, mas pode cair até no dia 25.



  A origem da data é essa, mas será que Jesus realmente nasceu no período de fim de ano? Os especialistas duvidam. "Entre os estudiosos do Novo Testamento e das origens do cristianismo, é consenso que ele não nasceu em 25 de dezembro", afirma o cientista da religião Carlos Caldas, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Na Bíblia, o evangelista Lucas afirma que Jesus nasceu na época de um grande recenseamento, que obrigava as pessoas a saírem do campo e irem às cidades se alistar. Só que, em dezembro, os invernos na região de Israel são rigorosos, impedindo um grande deslocamento de pessoas. "Também por causa do frio, não dá para imaginar um menino nascendo numa estrebaria. Mesmo lá dentro, o frio seria insuportável em dezembro", diz Caldas. O mais provável é que o nascimento tenha ocorrido entre março e novembro, quando o clima no Oriente Médio é mais ameno.
  O Natal como dia do nascimento de Jesus Cristo surgiu em tempos bem mais recentes, ao redor do século 4 da nossa Era. Até então, essa era a data de algumas das mais importantes celebrações do calendário pagão.
Tudo surgiu devido às muitas dúvidas relacionadas ao dia correto do nascimento de Jesus. Até hoje não existem referências históricas precisas capazes de atestar essa data. Os próprios Evangelhos, surgidos 3 ou 4 séculos depois da sua morte, não fazem nenhuma referência nem ao dia, nem ao mês, nem ao ano em que o Senhor apareceu na Terra.
Nos primeiros séculos de sua existência, a jovem comunidade cristã não festejava o nascimento de Jesus. Com o transcorrer das décadas e dos séculos, à medida em que a Igreja crescia e ganhava poder, surgiu a necessidade de conter e integrar os cultos pagãos – ainda muito numerosos na Europa e no Oriente Médio - e de englobá-los no seio da organização cristã. Celebrar solenemente o dia do nascimento de Jesus foi uma das muitas medidas implementadas nesse sentido.
No Natal, a festa cristã se entrecruza com a tradição popular de origem pagã. Antes do Natal cristão, existia a Festa do Fogo e a do Sol, pois essa época do ano é a do solstício de inverno, ou seja, o dia mais curto do ano no hemisfério norte. A partir dessa data (ao redor do dia 22 de dezembro) as horas de luz começam a ser mais longas a cada dia.

Essa inversão astronômica da rota solar constitui o cerne da questão para todo aquele que deseja compreender o real por quê da escolha de 25 de dezembro como data do nascimento do Cristo. Essa inversão trará de volta a primavera dentro de 3 meses. Quase todas as culturas antigas festejavam o evento. Todas as atividades humanas (caça, pastoreio e agricultura) eram ligadas ao fim do inverno e ao alternar-se das estações. Nos meses mais frios as pessoas permaneciam trancadas em casa, consumindo o alimento acumulando durante o ano, na esperança de que as reservas fossem suficientes. Superar a metade do inverno era, portanto, motivo de regozijo e de esperança de sobrevivência.
A festa do solstício cai no período entre 21 e 24 de dezembro por um simples motivo astronômico: nessa fase, aos olhos de um observador ou de um astrônomo, o sol parece ficar parado no horizonte, para depois inverter sua rota e retomar seu movimento em direção à primavera a partir do dia 25 de dezembro. Dessa mesma origem deriva uma importante festa da Roma Antiga, celebrada a 25 de dezembro, a festa dedicada ao deus Mitra, divindade solar muito cultuada pelos soldados e pelas populações das zonas de fronteira. A grande Festa do Sol, na mesma data, tinha a característica de integrar as religiões das diversas populações européias sob o domínio do vasto império romano. Quase todas elas celebravam a 25 de dezembro o solstício de inverno. A festa era muito parecida às atuais celebrações do Natal cristão, com ritos coletivos e festas familiares.
Na Roma Antiga festejavam-se as Saturnálias em homenagem a Saturno, deus da agricultura. Era um período de paz e de recolhimento (meio do inverno), quando as pessoas trocavam presentes, e amigos e familiares se reuniam em suntuosos banquetes. Os celtas, outra etnia majoritária na Europa naqueles tempos, festejavam por seu lado o próprio solstício de inverno.
No ano 274 depois de Cristo, o imperador Aureliano decidiu que no dia 25 de dezembro fosse festejado o Sol. Disso deriva a tradição do "tronco natalício", grande pedaço de madeira que nas casas deveria queimar durante 12 dias consecutivos e deveria ser preferivelmente de carvalho, madeira propiciatória. Dependendo do modo como ela queimava, os romanos faziam presságios para o futuro. Nos dias de hoje, o tronco natalício se transformou nas luzes e velas que enfeitam e iluminam as casas, árvores e ruas.
E a onipresente árvore de Natal? Também ela pertence à tradição pagã europeia. A imagem da árvore (especialmente as que são perenemente verdes, resistentes ao inverno, como os pinheiros) constitui um tema pagão recorrente, céltico e druídico, presente tanto no mundo antigo quanto no medieval, de onde foi assimilado pelo cristianismo. A derivação do uso moderno dessas tradições, no entanto, não foi provada com certeza. Ela remonta seguramente pelo menos à Alemanha do século 16. Ingeborg Weber-Keller (professor de etnologia em Marburgo) já identificou, entre as primeiras referências históricas da tradição, uma crônica de Bremen de 1570, segundo a qual uma árvore da cidade era decorada com maçãs, nozes, tâmaras e flores de papel. A cidade de Riga, na Letônia, é uma das que se proclamam sedes da primeira árvore de Natal da história (em Riga existe inclusive uma inscrição escrita em oito línguas, segundo a qual "a primeira árvore de fim-de-ano" foi enfeitada na cidade em 1510).

Este é portanto um texto que pode ser trabalhado com os alunos do 8° e 9° Anos.

Sugestões de atividades: 


  • Pesquisa sobre vídeos;
  • Murais com mensagens natalina;
  • Pinturas; 
  • Coral;
  • Entrevistas;
  • Teatro;
  • Palavras cruzadas;
  • Caça palavras.






sábado, 8 de dezembro de 2018

DIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, PADROEIRA DE PORTUGAL 08 DE DEZEMBRO




A Imaculada Conceição é uma festa litúrgica da Igreja Católica. A afirmação da Imaculada Conceição de Maria pertence à fé cristã. É um dogma da Igreja que foi definido no século XIX, após longa história de reflexão e de amadurecimento. Celebrada em 8 de Dezembro.    

Nossa Senhora da Conceição Padroeira e Rainha de Portugal e de todos os Povos de Língua Portuguesa. Faz hoje 159 anos que o Papa Pio IX pela bula Innefabilis Deus definiu como dogma de fé a Imaculada Conceição, em 8 de dezembro de 1854.                                                                  
A celebração de Nossa Senhora da Conceição honra a conceção de Maria, que foi concebida sem haver pecado. A palavra "imaculada" deriva do latim "sem mácula", ou seja, sem mancha. No dia 8 de Dezembro o Papa Pio IX definiu a conceção imaculada de Maria como um dogma religioso e desde então esta data é celebrada pela Igreja Católica e por todos os fiéis. O dia 8 de Dezembro antecede em 9 meses a data da natividade de Maria, que é o dia 8 de Setembro, e por essa razão esta data ficou definida como a data em que Maria foi concebida, imaculada sem pecado.
O vocábulo “conceição” é sinônimo de “concepção”. O dogma, proclamado por Pio IX no fim do século XIX, afirma que a mãe de Jesus, Maria, foi concebida sem a mancha do pecado original, isto é, de forma imaculada (pura). ... Ela não pode nos dar as graças, mas pode pedi-las ao seu filho, Jesus.

A Imaculada Conceição ou Nossa Senhora da Conceição é, segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha (em latim, mácula) do pecado original.
Entenda o que é a imaculada conceição de Maria. O vocábulo “conceição” é sinônimo de “concepção”. O dogma, proclamado por Pio IX no fim do século XIX, afirma que a mãe de Jesus, Maria, foi concebida sem a mancha do pecado original, isto é, de forma imaculada (pura).
O Dia da Assunção de Nossa Senhora é comemorado anualmente em 15 de agosto. Esta data católica celebra a assunção da Virgem Maria, mãe de Jesus Cristo, aos céus.





O DIA DE IEMANJÁ EM JOÃO PESSOA -PB - 08 DE DEZEMBRO


Origem da Festa de Iemanjá
Iemanjá: é um orixá feminino (divindade africana) das religiões Candomblé e Umbanda. O seu nome tem origem nos termos do idioma Yorubá “Yèyé Omo ejá”, que significam “Mãe cujos filhos são como peixes”. MÃE-D’ÁGUA dos Iorubatanos no Daomé, de orixá fluvial africano passou a marítimo no Norte do Brasil.
significado de Iemanjá está na categoria: Geral.
No Brasil, a deusa Iemanjá recebe diferentes nomes, dentre eles: Dandalunda, Inaé, Ísis, Janaína, Marabô, Maria, Mucunã, Princesa de Aiocá, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Sereia do Mar, etc.
Iemanjá é a padroeira dos pescadores. É ela quem decide o destino de todos aqueles que entram no mar. Também é considerada como a “Afrodite brasileira”, a deusa do amor a quem recorrem os apaixonados em casos de desafetos amorosos.
No Rio de Janeiro as festas em honra de Iemanjá estão relacionadas com a passagem de ano.
Nos candomblés fiéis às origens africanas, o culto é prestado em locais fechados, nos atuais o culto é ao ar livre, prestado no mar e nas lagoas, sendo Iemanjá muitas vezes representada como sereia.
Os devotos levam para o mar vários presentes que são tidos como recusados quando não afundam ou quando são devolvidos à praia.
Dentre as diversas oferendas para a bela e vaidosa deusa, encontram-se flores, bijuterias, vidros de perfumes, sabonetes, espelhos e comidas. O ritual se repete em outras praias do Brasil.
No dia 2 de fevereiro acontece em Salvador, capital do Estado da Bahia, a maior festa popular dedicada a Iemanjá. Neste dia, milhares de pessoas trajadas de branco fazem uma procissão até ao templo de Iemanjá, localizado na praia do Rio Vermelho, onde deixam os presentes que vão encher os barcos que os levam para o mar.
As celebrações em homenagem a Iemanjá também acontecem em 15 de agosto, 8 de dezembro e 31 de dezembro.
Iemanjá e Música
Existem várias músicas que são feitas em homenagem a Iemanjá. Exemplo disso é a música "Iemanjá" do grupo musical Chimarruts, uma banda de reggae do Rio Grande do Sul.
Iemanjá e Sincretismo
No sincretismo religioso, Iemanjá corresponde a Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora das Candeias, Nossa Senhora da Piedade e Virgem Maria.
Iemanjá é um orixá da religião do povo Egba, nativos da cidade de Abeokuta, na Nigéria. A Rainha do Mar é conhecida como divindade das águas doces e salgada. Porém nos dias de hoje é reverenciada no Candomblé, Umbanda, Xambá, Omolokô e Vodu haitiano.
O que ela mais quer é a sua fé e a sua oração. Para fazer o seu ritual, leve para a praia algumas rosas brancas (Iemanjá não aceita flores de outra cor), algumas gotas de perfume de alfazema e uma vela azul claro. Separe as pétalas do caule, acenda a vela e faça seu pedido ou agradecimento.
Oxum é sincretizada em Nossa senhora da Conceição, ambas homenageadas no dia 08 de dezembro e ligadas à maternidade. Oxum Oshun, Ọsun ou Oschun, segundo o povo Yoruba, é um orixá feminino, seu nome deriva do rio Ọsun e na Umbanda é a Orixá da Água Doce.



Sugestões de atividades:

Nas aulas de Ensino Religioso, você pode trabalhar essa temática com:

Videos; 
Músicas;
Pesquisas; 
Dramatização;
Desenhos; 
Murais;
Visitas aos terreiros:
Entrevistas com pais de santo;
Entre outros.