terça-feira, 13 de dezembro de 2016

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, afirma no Artigo 2:1- Todo homem tem capacidade para  gozar os direitos e as liberdades estabelecidas nesta Declaração sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua , religião opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento,  ou qualquer outra condição.
Esta Declaração foi elaborada por representantes de diferentes origens jurídicas e culturais do mundo e foi proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas na cidade de Paris – França, no dia 10 de dezembro de 1948, através da Resolução 217 A (III) da Assembléia Geral. Com uma norma comum a ser alcançada por todos os povos e nações, a qual estabelece, pela primeira vez, a proteção universal dos direitos humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos - Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do Homem conduziram a atos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do Homem;
Considerando que é essencial a proteção dos direitos do Homem através de um regime de direito, para que o Homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;
Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;
Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do Homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declaram resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;
Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efetivo dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais;
Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso: A Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universal e efetiva tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.




http://www.onu.org.br/img/2014/09/DUDH.pdf

http://www.dudh.org.br/declaracao/

Almanaque do Aluá nº 2

https://www.youtube.com/watch?v=tDzOf2-iryY




quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A RAINHA DOS ANJOS E A RAINHA DAS ÁGUAS

Nossa Senhora da Conceição
Dia 08 de dezembro dia consagrado à Nossa Senhora da Conceição. Santa da Igreja Católica Apostólica Romana. É considerada pelos fiéis dessa Igreja como "A RAINHA DOS ANJOS". Nessa data, no ano de 1854, o Papa Pio IX, na Bula ineffabilis Deus, fez a definição oficial do dogma da Imaculada Conceição de Maria.
Imaculada Conceição é, segundo a Igreja, a concepção da Virgem Maria sem mancha (em latimmacula) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. 
Desde os tempos da Igreja primitiva, os fiéis sempre acreditaram que Maria, a Mãe de Jesus, nasceu sem o pecado original. Tanto no Oriente como no Ocidente, há grande devoção à Maria enquanto mãe de Jesus e Virgem sem Pecados. No começo do cristianismo o dogma da Imaculada Conceição já era tida como uma verdade de fé para os fiéis. 
A Igreja Católica também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado. Assim, o Senhor antecipou para Maria, a escolhida entre todas, a graça da Redenção que seu Filho conquistaria com Sua Paixão e Morte. A Imaculada Conceição Nossa Senhora foi o primeiro fruto que Jesus conquistou com Sua morte. E Maria foi concebida no seio de sua mãe, Santa Ana, sem o pecado original.
Por isso, ela foi a escolhida por Deus e através do seu poder que Jesus tornou-se encarnado no ventre da Virgem Maria, era necessário que ela estivesse completamente livre de pecado para poder gerar seu Filho.O dogma da Igreja Católica Apostólica Romana tem fundamentação na Bíblia Sagrada. 
O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um marco fundamental da fé porque, entre outras coisas, define claramente a realidade do pecado original, as vezes contestado por alguns teólogos modernos, em discordância com o Magistério da Igreja.
Todo Brasil, desde os primórdios da colonização, sempre pertenceu de direito a Nossa Senhora da Conceição. O Alvará Régio das Cortes Portuguesas de 25 de março de 1646, promulgada por Dom João IV, proclamou Nossa Senhora da Conceição como Padroeira e Rainha de Portugal e de todos os domínios portugueses, conferindo a ela as honras de soberana e oferecendo-lhes a coroa real.
Santuário de Nossa Senhora da Conceição
Padroeira de Portugal em Vila Viçosa

Iemanjá
Na mitologia yorubá (ioruba), Iemanjá, significa a mãe dos filhos-peixe. Filha de Olokum, Iemanjá foi casada com Oduduá, com quem teve dez filhos orixás. Por amamentá-los, seus seios ficaram enormes. Infeliz com o casamento e cansada de morar na cidade de Ifé, um dia ela saiu em rumo ao oeste e conheceu o rei Okerê, por quem se apaixonou. Envergonhada de seus seios, Iemanjá pediu ao novo esposo que nunca a ridicularizasse por isso. Ele concordou. Porém, um dia, embriagou-se e começou a ofender a esposa. Entristecida, Iemanjá fugiu.
Desde menina, ela carregava um pote com uma poção que o pai lhe dera para casos de perigo. Durante a fuga, Iemanjá caiu quebrando o pote e a poção a transformou num rio cujo leito seguia em direção ao mar. Okerê, que não queria perder a esposa, transformou-se numa montanha para barrar o curso das águas. Iemanjá pediu ajuda ao filho Xangô e este, com um raio, partiu a montanha no meio. O rio seguiu para o oceano e, dessa forma, a orixá tornou-se "A Rainha do Mar.
Segundo o antropólogo baiano Júlio Braga, as pessoas oferecem a Iemanjá diferentes mimos -sabonetes, velas, flores e perfumes -, pois acreditam que a “rainha” leva consigo para o fundo do mar todos os nossos problemas, confidências, e traz de volta sobre as ondas a esperança de um futuro melhor. Por ter tanta bondade Esta rainha tem outro título: o de Deusa da Compaixão, do Perdão e do Amor Incondicional.É considerado o orixá mais popular do Brasil (e também em Cuba), é o único que tem festas públicas e feriados em sua homenagem. Isso acontece porque a Rainha do Mar é a padroeira dos pescadores, decidindo o destino de todos aqueles que entram no mar.Tudo começou com a chegada dos africanos ao país. Iemanjá é um orixá da religião do povo Egba, nativos da cidade de Abeokuta, na Nigéria. A Rainha do Mar é conhecida como divindade das águas doces e salgadas. Porém nos dias de hoje é reverenciada no Candomblé, Umbanda, Xambá, Omolokô e Vodu haitiano. Sua influência é percebida em canções diversas, histórias, novelas e filmes.

Procissão de Oferendas à Iemanjá
Os Sites pesquisados:

http://www.cruzterrasanta.com.br/historia-de-imaculada-conceicao/9/102/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Imaculada_Concei%C3%A7%C3%A3o
http://cleofas.com.br/a-historia-da-imaculada-conceicao/
http://www.astrocentro.com.br/blog/espiritual/rainha-do-mar
http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/iemanja-a-historia-da-rainha-do-mar/

Paciência - Lenine