segunda-feira, 12 de agosto de 2019

ALTERIDADE 2


Ziraldo

TEMA 2: 

Eu respeito os outros nas suas diferenças pessoais, culturais e religiosas.

Objetivo: 
Reconhecer o direito a diferença compreendendo que as pessoas possuem o direito de ter ou não uma religião.

Sugestão de atividades:

Fazer com os estudantes o contorno do corpo de cada um em folha de papel grande, então pintá-lo, salientando a diversidade de cores utilizadas neste processo.

Ao término, os contornos desenhados serão recortados e fixados na parede, um ao lado do outro a fim de que se percebam as diferenças nas cores e formas.

Na etapa seguinte, os alunos desenham um coração, pintam um lado e recortam. 

Este coração será levado para casa e dentro dele serão escritos ou desenhados, ou ainda colados elementos que representem o pertencimento religioso da família. 

Orientar os estudantes para o caso de não havendo religião o interior do coração poderá ser preenchido com os valores praticados por aquela família. Ex: honestidade, caridade, bondade, hospitalidade, respeito...

Os alunos trarão os corações já preenchidos e sentados em círculo compartilharão o conteúdo dos mesmos e depois colarão no lugar devido sobre o contorno de seu próprio corpo.

Neste momento, o professor pode conduzir a reflexão sobre  o direto a diferença levando a turma a compreender  que as pessoas possuem o direito de ter ou não uma religião. 

Para aquelas que possuem, a religião representa um aspecto em suas vidas de grande importância, ajudando-as a viver melhor, estimulando-as a terem atitudes éticas e amorosas. Portanto, sua religião é um elemento central em suas vidas, como o coração humano, merecendo respeito e reverência.

O professor pode também salientar que o fato de algumas pessoas não pertencerem a determinada religião não as faz melhores ou piores do que as outras, e que esta opção é direito das pessoas  que mesmo não freqüentando uma instituição religiosa, possuem em seu coração valores éticos, e buscam da mesma maneira a felicidade.

Avaliação: O aluno nesta etapa do conhecimento deve ter clareza sobre o direito que as pessoas possuem de seguir ou não uma religião ou igreja, esta clareza intelectual deve ser seguida por atitudes coerentes em relação a este aprendizado.

ATIVIDADES

1-Construção de frases com mensagens positivas;
2-Construção de cartazes;
3-Construção de murais;
4-Encontre no caça-palavras, os nomes de valores essenciais para a nossa vida.

CAÇA- PALAVRAS
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ALTERIDADE: TEMA 1




foto internet


TEMA 1 : 
Estou me conhecendo melhor e aprendendo a respeitar a mim mesmo e aos outros.

Objetivo: 
Perceber a si mesmo identificando a religião da família compreendendo o significado da palavra respeito e suas aplicações.

Sugestões de atividades:
O professor inicia conversando com seus alunos sobre o valor que cada um possui. Pode ler o seguinte texto abaixo:

“Todos nós nascemos da união de duas pessoas, um homem e uma mulher, que são papai e mamãe. Desde o dia em que você nasceu você convive com pessoas diferentes e faz, também, coisas diferentes. 
As famílias muitas vezes seguem uma religião, antes mesmo dos filhos nascerem. 
Na sua família foi assim?
O seu corpo é especial. Você é especial. 
Sua religião é especial! 
Cuide-se bem e valorize o que você tem!”

Neste momento o professor pode encaminhar um trabalho de desenho e pintura envolvendo imagens que mostrem pessoas: 
Cuidando de seu corpo; 
Cuidando dos outros; 
Fazendo suas práticas religiosas que despertam nele um sentido de cuidado e amor.

Os estudantes poderão levar suas produções para casa colocá-las em um lugar de destaque para que possam diariamente verificar se estão realizando as atitudes representadas por meio dos desenhos.

Pedir que os estudantes tragam uma caixinha de fósforo vazia. O professor trará papel de presente recortado a fim de embrulhar cada caixinha.

As crianças colocarão nesta caixinha algo que simbolize a si mesmo e que sirva de presente para o outro. Exemplos: 
Desenhar seu rosto sorrindo; 
Colocar uma pedrinha pintada com sua cor preferida; 
Uma bolinha de gude; 
Uma balinha representando que ele pode ser doce para o outro, etc.

Neste momento os alunos colocam os presentinhos dentro da caixinha, empacotam e por meio de um sorteio acontecerão as entregas. Cada criança deverá receber um presentinho.

O professor pode refletir com os alunos qual é a maneira melhor de receber e dar um presente, quais as atitudes de respeito que se deve ter ao receber um presente, que é sempre um pouco do outro.

Após estas atividades o professor sugere nova reflexão enfocando que cada pessoa possui ou não uma religião, que muitas vezes vem da família, constituindo um valor familiar importante que ajuda as pessoas a se sentirem amadas e valorizadas, bem como a amar e a valorizar a si mesma e aos outros.

Avaliação: Verificar se o aluno compreende o que significa cuidar de si mesmo e do outro demonstrando atitudes de valorização para com a expressão religiosa das pessoas.


O DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO E A CONSTRUÇÃO DA PAZ







Emerli Schlögl

Dialogar significa ser capaz de dizer o seu pensamento e ouvir o pensamento do outro, não apenas ouvir, mas reconhecer o direito que o outro tem de pensar diferente. Após um momento de diálogo as pessoas não precisam sair todas pensando igual, o que é fundamental é que elas compreendam os próprios pensamentos e da mesma forma compreendam e acolham os pensamentos dos outros. A partir daí, podem se estabelecer formas de estar junto, formas de cooperação em que todos contribuam sem se sentirem obrigados a mudar de opinião. Aquele que desejar ampliar e flexibilizar a sua forma de pensar é livre para fazê-lo, mas aquele que não se sentir impelido a mudar ou assimilar novas formas deve ser respeitado em seu direito de ser aquilo que é, de acreditar naquilo que quiser. Em se tratando de religiões isto é muito importante, pessoas de diferentes tradições religiosas acreditam, ritualizam, enfim, vivenciam religião de maneiras diferenciadas. Como podem estas pessoas conversar, dialogar de maneira a construir a possibilidade de um mundo pacífico? O que significa para você construir a paz? O que você pensa sobre isto? Escreva seu pensamento e compartilhe-o com os colegas.
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Certas pessoas se sentem donas absolutas da verdade, por isso, tentam de todos os modos mudar o pensamento dos outros. Foi o que aconteceu com os portugueses que trouxeram para o Brasil a sua religião e obrigavam os índios e negros a deixarem suas crenças. Com este comportamento, aconteceu e ainda acontece, uma grande desvalorização do outro. O desrespeito pela liberdade individual deixa marcas profundas de amargura nos povos dominados. Isto acontece com todos nós quando não somos ouvidos e respeitados em nossa forma de viver. Se formos obrigados a mudar, a adotar um estilo de vida que não nos agrada, sentimos profunda revolta e tentamos resistir. O mundo não precisa de mais católicos, mais budistas, mais espíritas, evangélicos, umbandistas, etc. O mundo precisa sim, de católicos, evangélicos, budistas, espíritas... Que vivam de fato as suas crenças religiosas, e que possam compartilhar este mundo com pessoas de outros credos, respeitando-se profundamente e trabalhando juntas para o bem estar de todos. Outras questões para você refletir e depois registrar nas linhas abaixo a sua opinião: Seus amigos são diferentes de você? Seguem religiões ou igrejas diferentes, gostam de coisas diferentes? Eles respeitam a sua maneira de ser? Você gosta deles, do jeito como eles são?
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Você está aberto para dialogar com os outros? Está em harmonia com seu estudo, sua família, seu corpo, seus colegas? Por quê?
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ATIVIDADES



1) Identifique no ambiente de sua escola situações que refletem harmonia e a desarmonia. 
  • Faça uma lista dessas situações. 
  • O que poderia ser feito para amenizar as situações desarmônicas
  • Pense e converse com seus colegas. 
  • Apresentem sugestões.

2) Crie um cartaz onde apareçam pessoas bem diferentes dialogando e convivendo em paz. 
  • Socialize o seu cartaz fazendo uma exposição do mesmo na escola.



quarta-feira, 13 de março de 2019

TEXTO 2- A PÁSCOA NAS RELIGIÕES






Canção nova

Católica? 

Para os católicos, a Páscoa é a celebração da vitória da vida sobre a morte. A quaresma representa o momento de reflexão, se os homens poderão ressuscitar junto com Cristo. Além desse símbolo espiritual, a religião elege o coelho (que representa a fertilidade), a água e o círio pascal, o fogo novo, como símbolos. Todo início da quaresma a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança a Campanha da Fraternidade, que em 2011 celebra a?Fraternidade e a Vida no Planeta?. A campanha tenta mostrar que a natureza também está precisando ressuscitar. ?Não só nós, humanos que estamos precisando de renovação. A natureza precisa ressuscitar?, disse a praticante da religião Elza Ribeiro. ?A Páscoa é o símbolo que podemos nos redimir das coisas ruins do mundo. A questão é saber se seremos dignos disso? Concluiu.  Qual o tema de 2018?




Evangélicos (A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias)? 

Para os praticantes dessa religião, o momento é de alegria e de celebração conjunta pelo sacrifício de Jesus para os homens?  Um domingo onde nós nos juntamos aos demais cristãos, lembrando que Jesus Cristo ressuscitou ao terceiro dia, em um domingo da Páscoa judia, mas não há comemorações especiais, disse Fernando Nunes, membro da Igreja. Segundo Fernando, é importante lembrar-se desse momento não só durante a Páscoa, mas durante todos os dias. É um momento de extrema importância no evangelho cristão, porque é parte do grande sacrifício expiatório que Jesus fez por nós, mas lembramos disso a cada reunião que temos, declarou.





Igreja Batista Nacional? 

Para eles, o cordeiro é o principal símbolo e representa o corpo de Cristo. A Páscoa representa a saída do povo egípcio do cativeiro e a sua busca pela terra prometida. Na bíblia judaica é um momento novo, de libertação do povo, disse o pastor da Igreja Batista do município de São Luís do Quitunde, Irmão Barros. A religião também acredita na ressurreição no terceiro dia da Paixão de Cristo.






Umbanda e Candomblé? 

Os praticantes dessa religião, apesar de não comemorar essa data em específico, celebram outras do calendário cristão. Nós não aceitamos a ressurreição como uma verdade, mas respeitamos aqueles que acreditam, declarou Maria Lúcia, praticante de umbanda. Eles celebram o orixá Oxalá, que representa Jesus. Muitos terreiros fecham durante a Semana Santa e só reabrem no Sábado de Aleluia, quando realizam celebrações espirituais para marcar o dia.





Espiritismo? 
É comum nessa religião não cultuar os dogmas da igreja cristã, mas existe o respeito pelas manifestações religiosas. Eles crêem que a Páscoa ou Passagem, como é chamada, significa a liberdade dos hebreus escravizados no antigo Egito.






Judeus? 

Conhecida como Pessach, a Páscoa judaica marca o período do Êxodo do povo hebreu da escravidão no Egito. É o momento de libertação e de firmação da identidade desse povo, durante os séculos até os dias de hoje. O início da celebração é marcado no primeiro dia de lua cheia da primavera e dura sete dias. Para além da celebração, todos os ouvidos pela reportagem acreditam que o respeito por cada especificidade das religiões, que compõe a diversidade no país não aceita a intolerância religiosa, que deixa uma mancha que não compete ao símbolo da época. A intolerância nos faz mais fracos e torna as pessoas menos humanas. A Páscoa é o marco da vida. E a vida é um privilégio de todos! Concluiu Maria Lúcia.


Atividades

1- Apresentamos aqui a visão sobre a Páscoa de algumas culturas religiosas. Agora é sua vez! Descubra através de pesquisa a visão  de outras tradições religiosas sobre a Páscoa.

2- Para você o que é Páscoa?

3- Faça um acróstico com a palavra RESSURREIÇÃO.

4- Construa em sua escola um mural sobre a Páscoa

5-https://www.youtube.com/watch?v=-J6blV4Im8c

6-https://www.youtube.com/watch?v=R9j0LEkYtTQ

7-https://www.youtube.com/watch?v=aeBz3w0D5n8


Referência:
Fonte: primeiraedicao.com.br

RELIGIOSOS DE PERNAMBUCO EXPLICAM DIFERENÇAS SOBRE A VISÃO DA PÁSCOA - TEXTO 1


ESPÍRITAS, EVANGÉLICOS E SEGUIDORES DO CANDOMBLÉ TÊM ABORDAGENS DISTINTAS.

PARA TODOS, SEMANA SANTA PODE SER UM MOMENTO DE REFLEXÃO SOBRE A VIDA. Do G1 PE



https://aminoapps.com/c/cristaos-amino/page/blog/o-que-e-pascoa-crista/5


Marco religioso para a Igreja Católica, a Páscoa é lembrada de forma diferente por outras religiões. No Brasil, evangélicos, espíritas e seguidores do candomblé também aproveitam o momento para refletir sobre a vida e os caminhos seguidos por Cristo.

Os evangélicos, que acreditam em apenas um Deus vivo e verdadeiro, possuem algumas diferenças sobre o período, em relação aos católicos. “Damos ênfase à ressurreição, mas também lembramos a morte, na cruz, porque também é importante para todos nós lembrarmos o sacrifício que Jesus teve morrendo na cruz, proporcionando vida eterna para todo aquele que Nele crê. Também lembramos não da mesma forma, mas fazemos meditações e pregamos sobre a morte e ressurreição de Jesus de Nazaré”, conta Wellington Alves, pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Os espíritas pensam de uma forma parecida à dos protestantes, acreditando na vida de Cristo após a morte. Com base na filosofia, ciência e religião, eles consideram mais importante a lembrança do jeito humilde que Jesus viveu, sem grandes comemorações. “Para a casa espírita, damos continuidade normal às nossas atividades. Algumas instituições, a título de esclarecimento, fazem palestras, mostrando a visão espírita em torno da Páscoa e Semana Santa. A morte é um fenômeno natural para todos nós. A grande lição que Cristo nos deu foi a imortalidade da alma”, comenta Sócrates Vieira, coordenador da Federação Espírita de Pernambuco.

Os seguidores do candomblé creem em Deus, mas também nos orixás. Segundo o babalorixá Pai Gildo Filho, existem diversos cultos que relembram a Semana Santa. “Não existem rituais de toques, festividades. Mas existem as obrigações, orações, da maneira como os escravos daquela época faziam – cultuavam os orixás, os santos. É a maneira que fazemos aqui", conclui


http://diversidade-religiosa.blogspot.com.br/2012/04/religiosos-de-pernambuco-explicam.html



sábado, 9 de março de 2019

ALIMENTOS SAGRADOS 2



"Nas diversas crenças e religiões dos povo São usados alimentos considerados sagrado. É muito importante conhecer e compreender que os jeitos de crer devem ser respeitados " (Borres Guilouski)


Indígenas

https://www.pousadasombradojua.com.br/indios-cariris-
buscando-conhecer-um-pouco-mais-sobre-nossas-raizes/



Para os indígenas a sua alimentação é basicamente natural, livres de agrotóxicos ou outros produtos químicos. Por outro lado  não consomem produtos industrializados. Esses alimentos são plantados por eles mesmos, bem como retirados diretamente da própria natureza. Por isso, é uma alimentação saudável, rica em vitaminas e sais minerais e outros nutrientes.

Seus alimentos são: Frutas; Verduras; Legumes; Raízes; Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc); Peixes; Cereais; Castanhas e outros.
Numa aldeia indígena, o preparo dos alimentos ficam por conta das mulheres, enquanto os homens se responsabilizam em caçar e pescar.
Há entre os indígenas bebidas e comidas  sagradas. Preparadas principalmente de milho ou macaxeira. O milho e a mandioca são alimentos nutritivos, que fazem parte da culinária brasileira.

OBS: Atualmente, muitas tribos sofreram influência com o homem da cidade e aos poucos estão perdendo seus costumes.


Afro-descendentes




Nos cultos das tradições religiosas de origem africana
Há comidas tidas como sagradas, muito especiais
Entre outras, acarajé, caruru, abará e vatapá
Que fazem parte de suas cerimônias ou rituais
A culinária sagrada dos Orixás é muito diversificada e têm como base carnes, peixes, farinhas, mel, óleos, além de outros ingredientes, que de acordo com os preceitos dos cultos resultarão em alimentos desejados e do agrado do “santo”. Há muita influência da cultura regional na culinária e modo de preparar os alimentos para os Orixás, nos terreiros de Xangô, no candomblé e na umbanda.

  A gastronomia do ritual afro-brasileiro é repleta de detalhes e simbolismos. Existe uma infinidade de pratos preparados com preceitos e rigores específicos para o cardápio dos Orixás, Voduns e Inkices nos diversos terreiros dos cultos afro-brasileiros, assim como para os frequentadores dos terreiros. Abaixo, alguns desses alimentos:

 ABADÔ – também conhecido como axoxô ou axoxó - espécie de farinha preparada com milho vermelho (Rio).

ABARÁ – massa preparada com feijão-fradinho, cozida em banho-maria, envolvidos com folha de bananeira e um camarão seco (Bahia).

AGRALÁ – farofa de farinha fina com sal e azeite de dendê (Rio).

AJABÔ – quiabos partidos em rodelas pequenas, temperado com mel de abelha (Rio).

AMIÓ – espécie de papa, com farinha de milho, caldo de galinha e camarões secos moídos (Maranhão).

BADOFE – prato feito com cabeça de boi temperada com sal e alho, cozida com azeite de dendê, camarão, cebola, gengibre e outros condimentos. O prato é acompanhado de angu ou acaçá (Bahia).

BEINHAN – raiz de inhame cozido e um pouco amassado sem nenhum tempero;

CANJERÊ – alimento preparado com camarão seco, castanha e amendoim (Pernambuco).

EBÓ – preparado com milho branco, que depois de ficar de molho na água é pilado e cozido. Há diversos tipos de ebó (Bahia e Rio).

FAROFA DE DENDÊ – farinha de mandioca, azeite de dendê e sal. Pode também ser preparada com cebola, camarões fritos ou em massa condimentada (Bahia e Rio).
IXÉ – miúdos e demais órgãos dos animais sacrificados nos rituais de matança (Bahia e Rio).

OMALÁ – preparado com quiabos cortados em rodelas finas, temperados com cebola, camarão seco e azeite de dendê e ervas, como taioba, mostarda, bredo, capeba e outras (Bahia e Rio).

QUIBOLO – feito à base de quiabos cortados, temperados com azeite de dendê, sal e cebola ralada. Mistura-se após o cozimento, uma papa de fubá de arroz e carnes de animais sacrificados (Alagoas).

QUITINDIM DE ODÉ – amendoim cru, mel e coco picado misturados sem ir ao fogo (Alagoas).

Essas duas culturas religiosas apresentam  alimentos deliciosíssimos e tudo transporta para um sentido religioso. A nossa culinária brasileira foi herdada desses nossos ancestrais, além da cultura religiosa indígena. 



Religiões Orientais




Em algumas tradições religiosas do oriente Como: Xintoísmo, Budismo,Hinduísmo e outras mais. O arroz, as frutas, os bolos e tantas guloseimas. Os budistas, são vegetarianos, comem vegetais, porém não compactuam com a morte dos vegetais. Por isso não comem as raízes.
Também são indispensáveis em seus sagrados rituais, as orações e preces de agradecimentos.

Os hindus são vegetarianos, não consomem carne.  O vegetarianismo na religião hindu é uma forma de não-violência. Além disso, para os hindus, a vaca é um animal sagrado e não deve ser abatido. Houve uma época em que, na Índia, era proibido o consumo de carne de vaca - proibição que caiu há algumas décadas, mas o animal continua sendo sagrado. Tanto que o leite consumido na Índia é mais puro do que o consumido por aqui, já que lá os animais tendem a não ser tratados à base de hormônios e substâncias químicas. 

Judaísmo




Entre os seguidores do Judaísmo não podia ser diferente. As festas religiosas são celebradas não com comida qualquer,mas com alimentos puros preparados com muito esmero.
Pães ázimos, cordeiro assado, bons vinhos, são os alimentos kosher. (Seguem as regras da Torá).
         A culinária judaica é uma das mais saborosas e variadas que existem.  E, alguns milênios atrás, as comidas eram rústicas, elaboradas pelas mãos de camponesas judias, que foram transmitindo as receitas para suas filhas, como uma das formas de manter a identidade.


A alimentação dos judeus era baseada em couves, vinhos, especiarias, molhos, cerveja e o mais importante o pão. Originalmente, essa cozinha enfatizava os sete elementos bíblicos citados no Deuteronômio: a cevada, o trigo, a azeitona, o figo, a romã, a tâmara e as ervas.
Vestiam-se a rigor para a hora das refeições e comiam com rapidez. Os judeus não comem carne de porco, cavalo, camelo, coelho, caranguejo, lagosta e camarão. Na verdade, à exceção de peixes com escamas, nenhum fruto do mar é permitido. Há também a proibição de misturar leite e carne. Devendo haver um espaço de seis horas entre os alimentos de uma origem.

Cristianismo



No Cristianismo desde a sua origem até aos dias de hoje, o pão e o vinho estão presentes em seus cultos de comunhão. Depois de consagrados na eucaristia ou ceia do Senhor. São repartidos entre os fiéis com muita fé e devoção. No catolicismo todos os alimentos são sagrados. Além do peixe, sal, azeite e ovos. Os católicos fazem abstinência de carne quarta feira de cinzas, nas sextas feiras da quaresma, bem como na Semana Santa.

Seguindo os preceitos bíblicos, os evangélicos, fazem restrições sobre alguns alimentos.
Com o objetivo de demonstrar fé e provocar um estado de espírito que favoreça a aproximação com Deus, algumas igrejas indicam jejuns esporádicos de bebidas e alimentos tentadores, como café, chocolate e guloseimas em geral. Apenas poucas denominações praticam jejuns regulares, como os adventistas do sétimo dia, que pregam que, na Bíblia, Deus adverte que a carne suína é imprópria para o consumo humano....
Os Testemunhas de Jeová se abstém de alimentos com o sangue de animais, tais como: galinha no molho pardo, (cabidela), sarapatel ou sarrabolho. Por este  motivo, são contra doação de sangue para salvar vidas humanas.
Cristo também demonstra a importância da refeição e da união neste momento sagrado. Para isso, faça uma prece antes de comer, que pode ser espontânea ou tradicional. É importante ter consciência da graça que é ter a comida na mesa e ter capacidade de trabalhar para adquiri-la. Saiba ser grato, evite desperdícios e partilhe o que tem com as pessoas menos favorecidas.
E assim você poderá se aprofundar mais nestes sites referenciais.


Atividades


1- pesquisem alimentos sagrados de outras culturas religiosas.


2-Construam uma paródia envolvendo os alimentos sagrados.

3- Assistam o vídeo.


4- Preparem um mural com receitas dos alimentos sagrados.

5-encontrem os alimentos sagrados no caça-palavras.





Referências





de- aniversario-e-etchup-10-alimentos-proibidos-por-religioes.htm

junior-catequesecrisma.blogspot.com/2011/05/comida-sagrada.htm









Textos Diversos