quinta-feira, 4 de outubro de 2012

XII SEFOPER Ensino Religioso - área de conhecimento da educação básica: interfaces com a proposta pedagógica da escola

Pela primeira vez o FONAPER realiza encontro de Professores de Ensino Religioso no Norte do País.
No dia 13 de setembro de 2012, precisamente às 19:00 horas teve início a cerimônia de abertura do XII SEFOPER (Seminário de Formação de Professores de Ensino Religioso) na cidade de Manaus - AM.
 Inicialmente tivemos (O Hino Nacional com vários slides sobre o Amazonas), seguida de  uma apresentação cultural por educandos de uma Escola Pública, muito bem organizada com vários cânticos alusivos a Região Amazônica.


Hino Nacional focalizando O Estado do Amazonas

Grupo Musical com educandos de Escola Pública de Manaus

O Secretário de Educação e Cultura do Amazonas  
discursando sobre o Ensino Religioso no Estado

 

Esta foi a mesa de abertura composta pelas autoridades religiosas e civis Manauara, com representantes da SEDUC, através do Secretário de Educação e Cultura do Amazonas, dando boas vindas à todos e parabenizando às equipes das várias regiões do País. Chamando atenção do público sobre a representação paraibana que  era a maior depois do Amazonas. Estavam presentes aproximadamente 700 pessoas representantes de quase todos os Estados da Federação.
Desta vez o tema foi: Ensino Religioso - área de conhecimento da educação básica: interfaces com a proposta pedagógica da escola. Teve como parceiros a Faculdade Salesiana Dom Bosco (FSDB) e Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (SEDUC).
 
 Equipe Paraibana na abertura do  evento

 As lindas professoras de ER no segundo dia do evento, atentas aos debates


Nessa mesma noite apresentou-se a segunda mesa com a  Conferência: Organização Curricular da Educação Básica: políticas, concepções e práticas. O Professor Elcio Cecchetti (UFSC e UNOCHAPECÓ) contextualizou a realidade da Educação Básica Brasileira na atualidade, suas propostas, encaminhamentos e desafios. Destacou os “direitos de aprendizagem, compreendidos como aprendizagem produtiva e qualitativa de conhecimentos para a vida e para a cidadania, em que se envolvam, articuladamente, escola, professor, aluno, currículo e conceito/conteúdo”.


Apresentação do Professor Elcio Cecchetti sobre a realidade da Educação Básica no Brasil

Seguindo a sequência, a Professora  Marga Janete Ströher, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), deu destaque sobre a importância do trabalho  pedagógico  nas aulas de ER focando o respeito à diversidade e a legislação. Defendendo ainda a formação do professor.


No dia seguinte tivemos outra mesa de debate, desta vez com a Professora Anísia Figueiredo, (autora de vários livros sobre o ER). A discussão desse dia destacou o Ensino Religioso: Área de Conhecimento da Educação Básica, em que a autora deu destaque na história do ER na Legislação e suas mudanças. Estavam presentes nessa mesa: o professor Adecir Pozzer, que fez uma bela explanação sobre o FONAPER e o Ensino Religioso, as lutas, desafios e conquistas.  A professora Lilian Blanck (destacando a formação de professores no Brasil, abordando a criação da Rede Nacional das Licenciaturas de Ensino Religioso (RELER). Essa mesa teve a coordenação do Professor Francisco Palheta, da SEDUC do Amazonas. Foi uma excelente exposição dos três grandes defensores do Ensino Religioso. Nesse mesmo dia no horário da noite tivemos mais uma sessão plena, como é de praxis eleger em assembléia geral a nova diretoria do FONAPER. Isso acontece de dois em dois anos (biênio 2012-2014).

 Foi um momento marcante na história do Ensino Religioso
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Profª Anísia focando o Ensino Religioso como área de conhecimento
O professor Adecir fazendo referência ao FONAPER
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Profª Lilian Blanck dando destaque a formação dos educadores
fazendo abordagem sobre o (RELER)
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O Auditório do Colégio D. Bosco
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com aproximadamente 700 Educadores de Ensino Religioso de todo Brasil
 Equipe paraibana de professores de ER participando do evento

 E no último dia a discussão foi sobre O Ensino Religioso a Proposta Pedagógica da Escola: desafios e perspectivas. Coordenada pelo Professor Henri Luiz Fuchs (UNILASALLE), com a  participação brilhante das  Professoras defensoras do Ensino Religioso: Ângela Maria Ribeiro Holanda (SEDUC/AL), a qual tratou do “Projeto Político Pedagógico e sua relação com o ER: desafios e perspectivas”; Gracileide Alves da Silva (UFPB) e da Rede Municipal de Ensino de João Pessoa - PB, que abordou o Ensino Religioso na Proposta Pedagógica da escola enquanto uma das áreas da educação básica, e  Djanna Zita Fontanive, que tratou da proposta do Ensino Religioso a partir da sala de aula, refletindo aspectos relacionados ao tratamento didático-pedagógico da diversidade cultural religiosa nos encaminhamentos teórico-metodológicos. 

Uma parte da equipe da Paraíba-Professores de ER 
da Rede Municipal de Ensino de João Pessoa





sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Oficinas: trabalhando com a Paz


Algumas sugestões de atividades para trabalhar a Cultura de Paz na escola



https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2mYPzbkEco9LDP7ssSM7hpftNIRGHQkPIi2X4UtRDLEpR9ZVdUdtK1Qv6JpxObllDucXoiFweEhyhTAouSvbhOTdCxYg5niSAuu7mC3ku16kMNna9V2axbqBeuSkZF136aZykBeGiM42r/s1600/pomba_paz.jpghttp://i274.photobucket.com/albums/jj242/guitsb11/111.jpg


1- Trabalhar com oficinas de músicas que abordem a paz ou outro tema: Amor, amizade, diversidade, vida, entre outras.  

2- Apresentação de vídeos que abordem o tema Paz;  


                 
Paz pela Paz (Nando Cordel), Música e vídeo; 
youtube

Te Ofereço Paz (Valter Pini), Música e vídeo; 
youtube


  GRUPO ACORDE- TERRA, PLANETA ESPERANÇA

http://www.youtube.com/watch?v=Aekvyg71PEE&feature=autoplay&list=PL6AD49DBBAFCDEDBC&playnext=1


Roupa Nova, música e vídeo
youtube



3-Grupos de trabalhos para construção da Bandeira da Paz.

4- Construção de murais;

5- Criação de jornalzinho da Paz;

6- Palavras Cruzadas, entre outros.

7- Endereços de outros vídeos:
     
www.youtube.com/watch?v..
www.youtube.com/watch?v...
http://www.youtube.com/watch?v=XTGHtcgmP8M

domingo, 26 de agosto de 2012

TEXTO REFLEXIVO SOBRE A PAZ


(Maria José T.Holmes)




Verdade é aquilo que deve ser dito. Retidão é o que deve ser praticado. Paz é o que deve preencher a mente. Amor é o que deve se expandir dentro de nós. E não-violência é o que devemos ser plenamente. (SATHYA SAI BABA).



Para se chegar à paz, o caminho é a solidariedade vivida a partir do sentimento de responsabilidade fraterna, que não exclui ninguém. Vive-se num tempo de contínuas mudanças, nada é permanente. As coisas logo são substituídas por outras mais modernas, práticas eficientes e aperfeiçoadas. Enquanto isso, alguns referenciais tais como: verdade, normas, valores e conhecimentos que antes organizavam a vida das pessoas e sociedades e serviam-lhes de parâmetros, hoje são questionados, redimencionados, redefinidos, resignificados ou até esquecidos.
No meio de tantas mudanças que caracterizam o próprio desenvolvimento histórico-cultural do ser humano, muitas coisas ainda permanecem, dentre elas, os valores como: o respeito, a amizade, a liberdade, a justiça, a verdade, a solidariedade e a paz. Esses valores são referências universais para a vida dos indivíduos e povos, os quais servem de base para conter os mais variados tipos de violência. Não se pode pensar a paz, somente como ausência de guerra ou conflitos, mas, de uma forma geral, principalmente quando se trata de pessoas. Essa prática deve envolver toda comunidade escolar e que possa ultrapassar dos muros da escola. Observa-se nos noticiários da TV que a violência escolar se manifesta no interior dos estabelecimentos de ensino causando pânico e terror, isto não só Brasil, mas no exterior.
Atualmente a violência no interior da escola é uma problemática que requer um olhar diferenciado para buscar meios que venham minimizá-las e interferir no seu dia a dia. É preciso que se reflita sobre: Que tipos de violência a escola tem no seu cotidiano? Quais as violências que estão em volta da escola? Qual o papel da escola diante dessa prática da violência?
Para que isso aconteça é necessário um trabalho voltado à construção de uma cultura de paz, onde todos possam contribuir não só no sentido de amenizar a situação, mas para se tornar uma prática sistematizada no ambiente escolar a qual, esteja inserida no Projeto Político Pedagógico da escola, uma vez que a mesma é uma porta aberta, não só para a cultura da violência, mas para a desconstrução dessa cultura que tanto aflige a comunidade. A Educação oferece um espaço para desconstruir os processos de violência no cotidiano escolar, entre outras coisas destacam-se pequenas atitudes de comportamento e da boa convivência, que poderão levar a uma cultura de paz.

 


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

MENSAGENS DE PAZ




O que é Paz?


 

Paz não é apenas a ausência de guerra entre os países. Paz é garantir que todas as pessoas tenham moradia, comida, roupa, educação, saúde, amor compreensão, ou seja, boa qualidade de vida. Paz é cuidar do ambiente em que vivemos, garantir a boa qualidade de água, o saneamento básico, a despoluição do ar, o bom aproveitamento da terra. Paz é buscar a serenidade dentro da gente para viver com alegria os bons momentos, ter força e boas idéias para enfrentar os problemas e resolver as dificuldades. Isso tudo sem precisar fugir. Acima de tudo, PAZ é criar um clima de harmonia e bem-estar na família e na comunidade, lembrando-se sempre de que onde há amor, há paz. Onde há paz, há Deus e onde há Deus, nada falta.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o". (Buda)

sábado, 18 de agosto de 2012

Construindo uma Cultura de paz na Escola do Pólo VIII Antenor Navarro: O olhar da gestão democrática





RESUMO


Trabalhar a cultura de paz na escola é algo desafiador, pois requer uma postura de mudança interior na vida de cada pessoa. Neste trabalho apresentado à Escola Municipal Antenor Navarro, faz-se necessário, por estar localizada numa região carente, não só no aspecto social e cultural, mas do ponto de vista ético e moral. É uma reflexão embasada na vida de vários educadores e entre estes se destaca Paulo Freire e os três grandes pacifistas Mahatma Gandhi, Dalai Lama e Sathya Say Baba. Essa proposta vem contribuir para amenizar a questão da violência na escola, algo destacado em seu Projeto Político Pedagógico, o que requer um olhar diferenciado, uma vez que essa é uma preocupação da UNESCO.  Ao mesmo tempo estimula e apresenta essa questão para as mesmas, pois só através da Educação é que se conseguirá construir o caminho da paz. Falar de paz é algo precioso na vida de cada pessoa, nos relacionamentos e em todos os sentidos no mundo. Viver em paz é um direito de todos, mas, paradoxalmente, perde-se a paz e o desafio é como reconquistá-la. Sabemos que a paz não será alcançada apenas através de conferências e tratados internacionais. Paz também não é um conjunto de situações agradáveis ou ausência de pressões externas. Ao se descobrir o significado mais profundo da paz é que a natureza do ser humano, na sua origem é pacífica, podemos recuperá-la. Isso também poderá ser construído na escola.

PALAVRAS-CHAVE: Escola; Educação; Pacifistas; Cultura de Paz

PACIFISTAS


           
                                                Dalai Lama                                 Gandhi

Satya Sai Baba

Textos Diversos