https://www.youtube.com/watch?v=pO5la2JB0ew
Participar é construir conhecimentos. Conhecer é participar da construção da aprendizagem. Aprender é valorizar o saber. Portanto quem ensina aprende duas vezes. Vamos participar, conhecer, aprender e ensinar, respeitando as diferenças. Maria José Holmes
domingo, 22 de abril de 2018
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
Professores esta é uma opção para o debate em sala de aula sobre a intolerância religiosa... Com este pequeno vídeo vocês podem criar uma infinidade de atividades!
Vamos experimentar? Usem suas criatividades e boa aula.
http://www.anf.org.br/as-redes-sociais-e-os-novos-caminhos-do-racismo/
Então professores vamos lá trabalhar essa questão que nos preocupa muito não somente na escola, mas na sociedade, gerando tantas violências.
http://www.portaldemacaubas.com.br/intolerancia-religiosa-no-brasil-haroldo-gumes
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
CONHECIMENTO NO ENSINO RELIGIOSO
http://cienciaes.com/quilociencia/2012/03/04/neuronas-aqui-estoy-yo/
CATEGORIAS
|
SABER EM SI
|
SABER EM RELAÇÃO
|
SABER DE SI
|
Conhecimento
|
Informação
inquestionável
(racionalidade)
|
Informação
localizada (historicidade)
|
Informação
Interpretada (hermenêutica)
|
Currículo
|
Domínio
do conhecimento acumulado
|
Ação
reflexiva do conhecimento acumulado
|
Interpretação
do conhecimento acumulado
|
Pensamento
|
Convergente
|
Dialético
|
Dialogial
|
Aula
|
Reprodução
dos conteúdos
|
Experienciação
|
Ressignificação
dos conteúdos
|
Aprendizagem
|
Síntese
pré-elaborada
|
Análise
crítica da realidade
|
Releitura
do fenômeno religioso
|
Ciência
fundante
|
Teologia
|
Antropologia
religiosa
|
Fenomenologia
religiosa
|
https://sipse.com/novedades/rituales-mayas-difuntos-culturas-dia-de-muertos-metis-abenak-cancun-176006.html
Referências:
VIESSER Lizete Carmem , pedagoga. Membro do FONAPER, in: Conhecimento;
FONAPER: Ensino Religioso. Capacitação para um novo milênio: Ensino religioso e o conhecimento religioso. caderno 3 - Ano 2000.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
INTOLERÂNCIA RELIGIOSA: SINÔNIMO DE IGNORÂNCIA E DESRESPEITO
Praia do Cabo Branco- João Pessoa-PB
Estátua de Iemanjá
Existem duas datas nas comemorações do dia de Iemanjá. Para Umbanda é comemorada no dia 08 de dezembro. Para o Candomblé comemora-se no dia 02 de fevereiro. A festa para Iemanjá, também chamada de “Rainha do Mar”. É considerada a padroeira dos pescadores. Na igreja católica é chamada de Nossa Senhora dos Navegantes e Nossa Senhora da Conceição. A fé e devoção são muito acentuadas pelos adeptos da Religião da Umbanda.
Em João Pessoa na Paraíba, apresenta-se um Patrimônio
Histórico Cultural através da estátua de dois metros e meio de Iemanjá na turística
Praia do Cabo Branco, cujo bairro tem o mesmo nome da praia. Recentemente
aconteceu uma depredação da estátua, onde foi decepada a sua cabeça. Após
ter tido a cabeça arrancada em um ato de vandalismo.
A
cabeça foi colocada no chão, ao lado da imagem de concreto, que tem cerca de 2,5
metros e quase 20 anos. A base foi escavada. Para as autoridades foi um ato de
vandalismo. Enquanto para seus adeptos: "Foi intolerância. Estamos tristes
e indignados. Por que decapitar e deixar a cabeça certinha no chão?", diz
mãe Renilda, presidente da federação de cultos afro-brasileiros da Paraíba.
O episódio levou o Conselho Estadual dos Direitos Humanos --que é presidido por um padre-- a publicar nota de repúdio contra o "desrespeito à diversidade religiosa". "As pessoas agredidas, principalmente, são as adeptas das religiões de matrizes africanas e ameríndias, candomblecistas, umbandistas e juremeiros", (afirma a nota).
A
seccional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) na Paraíba prepara uma nota de
repúdio, que até a tarde de ontem havia sido subscrita por outras sete
entidades --entre elas, a Convenção Nacional de Pastores e Teólogos, que representam
os evangélicos.
Vários
movimentos foram realizados, militantes e simpatizantes marcaram um ato em
frente à estátua, por respeito às religiões e mais solicitando mais segurança no local.
A
delegacia na praia vizinha de Tambaú informou que o caso não foi registrado e
que não abriu investigação pois ninguém prestou queixa. Em 2011, as mãos da
mesma Iemanjá haviam sido arrancadas”.
Vandalismo -
Crime previsto no Código Penal, Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940, artigo
163, o ato de vandalismo prevê pena-detenção, de seis meses a três anos, ou
multa. Na Lei, é caracterizado como uma ação de hostilidade, violência,
pichações, destruições, contra patrimônios públicos,
históricos e privados.
Várias pesquisas foram feitas para saber quem foi o autor da obra, porém nada encontramos... Somente em 2016 é que descobrimos a autora da obra: Mãe Marinalva Amélia da Silva - Terreiro de Umbanda Ogum Beira Mar- bairro Castelo Branco
Isso
comprova o descaso para com as pequenas religiões. Vários abaixo assinados foram apresentados desde essa época e até a presente data nada foi feito pelas autoridades locais.
Pesquisadora: Maria José Torres Holmes
A IMPORTÂNCIA DA VIDA
Tudo
nesta vida tem um lado positivo e precisamos apenas aproveitar com sabedoria,
antes que seja tarde demais.
A grande
sabedoria da vida está na maneira que conduzimos a nossa história. Muitos por
medo de tentar, de arriscar viram prisioneiros. Muitas vezes aprisionados por
uma situação que aos poucos consome a essência de viver.
Quantos
por causa dos pré-julgamentos da sociedade já não deixaram de ser felizes?
Quantos
já não desejaram uma vida diferente?
Quantos
por medo da solidão desistiram de jogar tudo pro alto?
Quantos
tiveram a vontade de virar o jogo e na hora o sentimento de pena/inferioridade
se manifestou?
Quantos
vivem relacionamentos só de aparências?
Quantos
nesta vida são infelizes porque não tentaram ou não se arriscaram?
Quantas
circunstâncias que poderiam ser evitadas, mas ao contrário, vamos empurrando o
caos da vida. Situações que nos amortecem em dose de elefante.
Deixamos
de viver por causa dos outros; deixamos de ser felizes pelo que vão pensar ou
falar. Deixamos de viver emoções para morrer trancafiado no que a sociedade
edita como correto.
Acho que
todos nós esquecemos do essencial, Deus nos deu a vida para que possamos viver
com liberdade, jamais prisioneiros. Deus nos desejou, nos desenhou e nos criou.
Por este motivo devemos valorizar e agradecer a importância da vida. Devemos
viver com veemência!
A
importância de ter uma vida harmoniosa está nas escolhas que fazemos. Tudo isso
é tão simples, como a arte de nos amar, ter o amor-próprio. Deseja ser amado,
ame-se! Deseja sucesso, conquiste com determinação os seus ideais. Deseja uma
vida diferente, faça a diferença, quebre os paradigmas e viva a vida
plenamente.
Então,
lembre-se, você possui a vida que cultiva. Se não deseja o que possui, jogue
tudo pro alto e recomece. Recomeçar é sempre o melhor! Recomece quantas vezes
for necessário. Recomeçar é mostrar que estamos vivos. Dê valor à vida, ela é
única e sem volta.
Autora: Graciele Gessner.
Autora: Graciele Gessner.
Prezados professores:
Usem suas criatividades e aproveitem este lindo texto em suas aulas.
Um excelente texto para ser discutido em sala, nas aulas de Ensino Religioso com os alunos do Fundamental II.
Bom Trabalho
Usem suas criatividades e aproveitem este lindo texto em suas aulas.
Um excelente texto para ser discutido em sala, nas aulas de Ensino Religioso com os alunos do Fundamental II.
Bom Trabalho
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
AUTO-AVALIAÇÃO GRUPAL
O QUE VOCÊ FARIA PARA RESOLVER AS SUAS DIFICULDADES
PARA TRABALHAR EM GRUPO?
A. Objetivo
Oportunizar reflexão sobre dificuldades e
contribuições de cada integrante no grupo.
B. Recursos necessários
Lápis;
Papel ofício.
C. Procedimentos
1. Grupo em círculo, sentado com música ambiente bem
baixinho;
2. Distribuir papel e lápis para os membros do
grupo;
3. Pedir para responderem com muita sinceridade por
escrito, chamando atenção que não será preciso assinar:
"Qual a minha
maior dificuldade neste grupo?"
4. Recolher todos os escritos, misturá-los e
distribuí-los;
5. Cada participante lê alto, as dificuldades do
outro como se fossem suas e dá sugestões para resolvê-las;
6. Em plenário, analisar as sugestões surgidas:
* Quais são as maiores dificuldades do
grupo?
* Que sugestões chamaram a sua
atenção?
* De tudo o que ouviu o que
surpreendeu você?
Texto retirado da internet, com algumas complementações.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
TEXTO TRABALHADO NO CURSO DE EXTENSÃO EM ER 2017-UFPB
(Oleniki/ Daldegan)[1]
No espaço escolar as interações
subsidiam a construção do conhecimento, que ao ser posto a serviço do educando
contribui para o seu desenvolvimento. Neste espaço elas realizam-se de
diferentes formas, especialmente por situações de aprendizagem, promovidas pelo
educador.
Quais são essas situações?
São as atividades em grupo,
pesquisas, produções, troca de idéias, apresentação de trabalhos, entrevistas,
interpretações, análises, comparações... que possibilitam desvendar o
desconhecido, dar significado aos fatos e às situações, superar barreiras,
vencer preconceitos.
Cabe ressaltar que essas situações de
aprendizagem devem favorecer o desenvolvimento das dimensões: afetiva, física,
intelectual, social e religiosa do educando, pois são essas dimensões que fazem
parte da vida, que ajudam as pessoas a interagirem umas com as outras e construírem
conhecimentos, como também a compreender o que é ser gente.
O Ensino Religioso trabalhará somente com a dimensão religiosa?
Consideram-se todas as dimensões em
vista da formação integral dos educando, mas enquanto área de conhecimento dará
maior ênfase à dimensão religiosa, contemplando:
·
A importância de conhecer a
diversidade religiosa;
·
Atualização do conhecimento religioso
presente em diferentes culturas e tradições religiosas;
·
A reflexão sobre a forma de expressão
e cultura religiosas do educando;
·
O diálogo com o diferente;
·
A leitura ou percepção do religioso
presente nas relações humanas, nos meios de comunicação social.
Todos esses
elementos resultam numa inter-relação que poderá promover o respeito à
diversidade, proporcionando aos educandos compreender as razões daquilo que é
significativo e importante para o outro e também para si. Esse trabalho será
efetivado por meio das situações de aprendizagem propostas pelo professor ou
pelo programa de Ensino Religioso oferecido pela escola.
E na prática, como é possível promover situações de aprendizagem que
levam o educando a conhecer e distinguir o que é significativo para o outro e
para si?
O professor, ao propor uma situação
de aprendizagem sobre o conhecimento de diferentes tradições religiosas, não
poderá perder de vista duas situações distintas: fechamento e abertura.
O fechamento acontece quando há uma imobilidade
por parte do educando diante do novo conhecimento, ou seja,quando não interage,
não envolve-se, coloca uma barreira que o impede de entender por que o outro
pensa,age, e manifesta-se religiosamente diferente.
A abertura acontece quando o educando se
permite conhecer o diferente, participando, do exercício para compreender por
que o outro pensa, age e manifesta-se religiosamente diferente, rompendo com o
seu ponto de vista e ampliando a sua visão.
As situações de aprendizagem precisam
promover a abertura para conhecer e dialogar com as diferentes tradições
religiosas. Para isso é preciso que tenham como princípio o conhecimento, com
uma abordagem informativo-formativa, e não a catequização ou doutrinação, que
privilegia uma determinada religião. Em outras palavras, essas situações de
aprendizagem precisam promover a interpretação, a decodificação e a reflexão do
conhecimento religioso, oportunizando o diálogo que não “coisifica”, mas que
possibilita o respeito ao outro em sua plenitude.
Diante de tal proposição podemos
dizer que as situações de aprendizagem no Ensino Religioso são instrumentos
para localizar, analisar, sistematizar e integrar o conhecimento, tecendo uma
teia que possibilite ao educando compreender o todo das partes e as partes do
todo, construindo o seu conhecimento, sem distanciar-se da sua identidade
religiosa.
Professor é preciso mudar esse
discurso!!!
Nesta nova concepção de ER você
mostra ao seu aluno que existem vários caminhos, meios para se chegar ao
Transcendente. Algumas pessoas caminham de um jeito, outras de outro, mas todos
buscam encontrar-se com o Transcendente. E mais, o aluno já traz consigo uma
identidade religiosa e na escola terá a oportunidade de conhecer que existem
outras manifestações e, ao mesmo tempo, as aulas serão um momento em que ele
irá sistematizar sua própria concepção sobre a tradição religiosa à qual
pertence.
Algumas questões
que as autoras propõem para refletir:
1.
Como vou orientar meu aluno sobre a
verdadeira religião?
2.
Como é que eu professor, vou
trabalhar com o Ensino Religioso nesta nova concepção se não possuo formação
adequada?
3.
E se os alunos perguntarem coisas que
eu, professor, não sei responder?
4.
Quais são as atividades ideais para
propor nas aulas de Ensino Religioso?
(Organização: Professora Maria José Torres Holmes)
Referências
FONAPER. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso- São
Paulo: Mundo Mirim, 2009.
______.Capacitação
para um novo milênio Caderno 12 de Estudos
Integrante do Curso de Extensão a distância de Ensino Religioso. Ano
2000.
FIGUERÊDO,Anísia de Paulo. Ensino
Religioso: perspectivas pedagógicas. 2. ed. Petrópolis – RJ. Vozes. 1995.
OLENIK, Marilac Loraine R., DALDEGAN, Viviane
Mayer. Encantar:uma prática pedagógica no ensino religioso. 2 ed.
Petrópolis: Vozes 2004.
OLIVEIRA, Lilian Blanck de et al. Ensino Religioso:
no Ensino Fundamental. São Paulo, SP: Cortez, 2
[1] -Autoras do
livro Encantar:uma
prática pedagógica no ensino religioso. 2 ed. Petrópolis: Vozes 2004, p. 14- 34
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