quarta-feira, 13 de março de 2019

RELIGIOSOS DE PERNAMBUCO EXPLICAM DIFERENÇAS SOBRE A VISÃO DA PÁSCOA - TEXTO 1


ESPÍRITAS, EVANGÉLICOS E SEGUIDORES DO CANDOMBLÉ TÊM ABORDAGENS DISTINTAS.

PARA TODOS, SEMANA SANTA PODE SER UM MOMENTO DE REFLEXÃO SOBRE A VIDA. Do G1 PE



https://aminoapps.com/c/cristaos-amino/page/blog/o-que-e-pascoa-crista/5


Marco religioso para a Igreja Católica, a Páscoa é lembrada de forma diferente por outras religiões. No Brasil, evangélicos, espíritas e seguidores do candomblé também aproveitam o momento para refletir sobre a vida e os caminhos seguidos por Cristo.

Os evangélicos, que acreditam em apenas um Deus vivo e verdadeiro, possuem algumas diferenças sobre o período, em relação aos católicos. “Damos ênfase à ressurreição, mas também lembramos a morte, na cruz, porque também é importante para todos nós lembrarmos o sacrifício que Jesus teve morrendo na cruz, proporcionando vida eterna para todo aquele que Nele crê. Também lembramos não da mesma forma, mas fazemos meditações e pregamos sobre a morte e ressurreição de Jesus de Nazaré”, conta Wellington Alves, pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Os espíritas pensam de uma forma parecida à dos protestantes, acreditando na vida de Cristo após a morte. Com base na filosofia, ciência e religião, eles consideram mais importante a lembrança do jeito humilde que Jesus viveu, sem grandes comemorações. “Para a casa espírita, damos continuidade normal às nossas atividades. Algumas instituições, a título de esclarecimento, fazem palestras, mostrando a visão espírita em torno da Páscoa e Semana Santa. A morte é um fenômeno natural para todos nós. A grande lição que Cristo nos deu foi a imortalidade da alma”, comenta Sócrates Vieira, coordenador da Federação Espírita de Pernambuco.

Os seguidores do candomblé creem em Deus, mas também nos orixás. Segundo o babalorixá Pai Gildo Filho, existem diversos cultos que relembram a Semana Santa. “Não existem rituais de toques, festividades. Mas existem as obrigações, orações, da maneira como os escravos daquela época faziam – cultuavam os orixás, os santos. É a maneira que fazemos aqui", conclui


http://diversidade-religiosa.blogspot.com.br/2012/04/religiosos-de-pernambuco-explicam.html



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