TEMPLOS BUDISTAS

Majestoso Templo Budista
A designação Ocidental de templo não representa a totalidade do conceito de templo Budista, que inclui não só os vários edifícios, como também os jardins no terreno envolvente. O termo pelo qual se designa o templo em si e cada um dos vários edifícios variam de acordo com a língua e com a tradição local.
O conjunto em si pode ter várias designações. Por exemplo:
·         Em chinês (), 寺院 (sìyuàn)
·         Em japonês (tera寺院 (jiin)

Considera-se um templo monástico budista qualquer terreno, edifício ou instalação, independentemente do seu tamanho ou forma, que tenha recebido uma cerimônia de consagração de acordo com as regras dessa comunidade monástica.
Na Índia, por exemplo, tem-se: O Vihara que é o espaço de reunião dos monges, no qual se encontram as celas. É aqui que se reúnem para recitar os Sutras e para a realização de cerimônias. Estupa é o centro da prática religiosa (do sânscrito "acumular"), uma construção destinada a receber as relíquias ou cinzas dos mortos e usada como local de oração, à volta da qual se constroem os restantes espaços monásticos na Índia. Neste local, é que são construídos os Chaitya. Foi a partir dos estupas indianos que se desenvolveram uma série de variações locais nos templos na Ásia Central e no extremo sudeste asiático, nas quais se inclui os  chineses, os chorten tibetanos e birmaneses e os chedi tailandeses.
Templo da Chaitya da Esmeralda
No Sudeste asiático: apresentam-se os wat espaços monásticos, que incluem normalmente um terreno de grandes dimensões e, frequentemente, um ou mais estupas.

os wat espaços monásticos
No Extremo oriente: Os mosteiros que são bastante diferentes dos Indianos. O santuário central é o pagode, à volta do qual existe um salão profusamente decorado no qual estão presentes inúmeras estátuas do Buda. Os restantes edifícios principais estão rodeados por um pátio normalmente retangular adjacente. Desde a introdução do Budismo no Japão, no século VI, o centro do templo foi deixando de ser o pagode para passar a ser o átrio principal, no qual se conserva a relíquia principal, normalmente uma estátua.
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