O ESPAÇO DAS DINÂMICAS


               1- O BONECO
        Dividir os participantes em seis subgrupos. Cada um ficará responsável por uma parte do boneco: cabeça, tronco, braços, mãos, pernas e pés.
     Cada grupo desenhará uma parte do corpo e terá duas perguntas para responder. As respostas devem ser registradas nos cartazes juntamente com o desenho. Para que os grupos tenham uma visão geral da dinâmica, é importante que se leiam todas as perguntas antes de iniciar o trabalho.
a) Cabeça: Qual a realidade ambiental que vemos? O que escutamos da sociedade sobre a preservação da biodiversidade?
b) Tronco: O que sentimos sobre a degradação ambiental? O que sentimos sobre o papel do estudante na preservação da biodiversidade?
c) Braços: Até onde podemos alcançar com nossa ação? Com quem (pessoas, entidades etc.) podemos andar de braços dados na preservação da biodiversidade?
d) Mãos: Quais os compromissos que podemos firmar enquanto grupo na preservação da biodiversidade? Quais as ferramentas que temos disponíveis na escola para divulgar nossas idéias?
e) Pernas: Que caminhos queremos tomar no desenvolvimento de ações de preservação da biodiversidade? Qual o suporte (pessoas, materiais, finanças etc.) que temos para desenvolver uma ação?
f) Pés: Que ações podemos realizar envolvendo nossa escola na preservação da biodiversidade? Que resultado desejamos com nossa ação?

Fonte: Extraída da cartilha “Semana do Estudante - Há que se cuidar da vida”, 2007. PJE-PJB.
Dinâmica publicada junto ao artigo "Semana do Estudante e da participação juvenil" na edição nº 379, jornal Mundo Jovem, agosto de 2007, página 3.
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  2-A VIDA DEVE SER FLORIDA

Objetivo: Perceber o valor da vida e o mistério que a envolve.
Material necessário: 
Papel de seda de várias cores.

1º - A professora deve cortar o papel de seda para que fique do tamanho de um papel sulfite cortado ao meio.
2º- Deve distribuir um pedaço para cada participante, procurando diversificar as cores.
3º - Motivar todos, dizendo que a folha que eles têm na mão é a vida de cada um deles. Pedir para que notem que um lado da folha é liso e o outro, um pouco mais áspero. Isso também ocorre em nossa vida: em alguns momentos é mais tranqüila, em outros, mais áspera. Mas, apesar de tudo, nossa vida vibra.
4º - A professora deve pedir aos alunos que segurem as folhas numa das pontas, fazendo-as balançar para ouvir o barulho (a vibração). Deve explicar que nem sempre, tudo é tão bom, nem sempre a nossa vida vibra tanto.
5º - A professora deve perguntar o que “mata” a nossa vida, o que faz com que ela vibre menos, e exemplificar: desemprego, inveja, ciúme, violência... Deve solicitar a ajuda dos participantes para que citem outros exemplos, e cada palavra “morte” enunciada, pedir que amassem o papel, até ficar uma bolinha.
6º - Com a bolinha na mão, a professora pergunta ao grupo: “O que devemos fazer com esta bolinha agora?”. Talvez alguns digam para jogá-la fora. Nesse momento, a professora questionará: “Como vamos jogar fora a nossa vida? O que podemos fazer?”. Alguém poderá dizer para reconstruí-la. “Mas como?” A professora, então, deve motivar o grupo a falar palavras de vida (emprego, amor, amizade, justiça...), e a cada palavra vai-se abrindo novamente o papel.
7º - Com o papel todo aberto, a professora deve questionar: “Mas e agora? Está cheio de rugas? São as rugas do tempo; assim é a nossa vida. O que fazer? Vamos ver se a vida ainda vibra?”. Nesse momento, pede ao grupo para balançar a folha. Agora a vibração é bem menor.
8º - A professora, então, pede aos alunos para dobrarem as folhas ao meio e recortá-las em duas partes. Juntando essas duas partes, pede para recortá-las novamente, ficando agora com quatro partes.
9º - A professora instrui os alunos a trocar os pedacinhos com os colegas, de maneira que cada um fique com quatro pedacinhos de cores diferentes.
10º - Agora pede para colocarem os pedacinhos de maneira que fique um na horizontal e outro na vertical, formando duas cruzes.
11º - A professora pede aos alunos que coloquem o dedo indicador no centro das “cruzes” e modelem uma flor. E acrescenta que a vida, por mais dolorida e cheia de rugas, ainda pode florescer. Às vezes, perde a vibração, mas nunca é tarde para florescer.

 Momentos de reflexões, em que todos são ouvidos e dão suas opiniões.

Extraída do site Google
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  3- AMOR E VIDA
Objetivos: Trabalhar a interação, fortalecer a afetividade e laços de amizade do grupo, descontração.
Procedimento: Peça que a turma fique em pares, enfileirados, de frente um para o outro. Uma pessoa será a Vida e a outra, o Amor.
Amor – Oi! Pergunte para a vida, qual o nome dela(e).
Vida – Oi! Pergunte para o seu amor, qual o nome dele(a).
Amor – Oi! Demonstre para sua vida que você está feliz, dê um abraço nela(e).
Vida – Oi! Pegue nas mãos de seu amor.
Amor – Oi! Pergunte para sua vida se ela tem um outro amor.
Vida – Oi! Pergunte para seu amor se ela(a) tem outra vida.
Amor – Oi! Pergunte para sua vida qual o significado do amor para ela (ele).
Vida – Oi! Comece a chorar.
Amor – Oi! Não deixe sua vida chorar, conforte-a.
Vida – Oi! Você ficou triste, alegre-se.
Amor – Oi! Não deixe sua vida escapar, segure-a pela mão.
Vida – Oi! Liberte-se dessa dor, vá em busca de outro amor.
Amor – Oi! Pergunte para sua nova vida, qual o seu nome.
Vida – Oi! Não seja ingrata, demonstre que está feliz, abrace seu novo amor.
Amor – Oi! Fale para sua nova vida que você está muito feliz em vê-la.
Vida – Oi! Seu verdadeiro amor à chama, volte para seu primeiro amor.
Amor – Oi! Fale para sua vida que estava com muita saudade.
Vida – Oi! Fale para seu amor que está muito feliz em revê-lo(a).
Amor – Oi! Bata palmas para sua vida.
Vida – Oi! Faça o mesmo também, bata palmas para seu amor.
Amor e Vida – Oi! Batam palmas porque só assim podemos ver estas duas coisas que são muito importantes para o ser humano.

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4- DINÂMICA DE APRESENTAÇÃO

Trocando os crachás
Material
Crachás para todos, contendo os nomes de cada um.

Passos
1- No inicio do encontro, distribuem-se os crachás normalmente, de forma que cada um receba o seu próprio nome.
2- Após algum tempo, recolher novamente os crachás e colocá-los no chão, com os nomes voltados para baixo. Cada um pega um para si; caso peque o próprio nome, deve trocar.
3- Colocar o crachá com outro nome e usá-lo enquanto passeia pela sala.
4- Enfim procurar o verdadeiro dono do nome (crachá) e entregar a ele seu crachá. Aproveitar para uma pequena conversa informal; procurar se conhecer algo que ainda não conhece do colega.

Avaliação
1- Partilhar a experiência no grande grupo.

http://dinamicasparagrupos.blogspot.com.br

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